Mimo 2017

Emicida canta sucessos e fala de samba em festival gratuito, em Paraty

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Atualizado em 15/10/2016

Emicida sempre tem um vaso de arruda no palco dos shows

Emicida sempre tem um vaso de arruda no palco dos shows

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Emicida encerrou o primeiro dia do MIMO Festival, evento de música instrumental gratuito, em Paraty, litoral do Rio de Janeiro. O rapper paulistano cantou por quase duas horas debaixo de chuva fina para um público enlouquecido e de diferentes idades que o acompanhava nos refrões de todos os sucessos.

No setlist, entrou a maioria das canções do novo disco de estúdio, o ‘Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa…’. O trabalho foi resultado de uma viagem pela Angola e Cabo Verde em busca das raízes africanas e, claro, da influência musical que recebemos dos nossos antepassados. Entre as músicas deste álbum, estavam ‘Mãe’, ‘Passarinhos’ e ‘Madagascar’.

Além de estar acompanhado de seis músicos – quatro homens e duas mulheres – , o palco tinha também um vasinho de arruda no canto, uma espécie de superstição que o rapper leva para todos os shows. Já o ramo da planta atrás da orelha esquerda é um costume do dia a dia que também vai para as apresentações. Contando com as boas energias desta tradição, Emicida puxou um coral cantando sucessos antigos, como ‘Levanta e Anda’, ‘Hoje Cedo’ e ‘Triunfo’.

Pela primeira vez em Paraty, Emicida repetiu várias vezes que viveu uma história de “amor à primeira vista” com a cidade e fez até uma homenagem dedicando uma música a uma fã que enviou uma carta para o cantor. “Gostaria muito de ficar mais tempo para curtir a cidade como turista porque já vi tem uma feirinha de artesanato aqui do lado e eu sou louco por artesanato. Mas não dá, tenho show em São Paulo”, contou em conversa exclusiva com o Virgula na tarde antes do show.

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

O rapper convidou Wilson das Neves, de 80 anos, para participar do show

Na entrevista, ele falou também da participação especial do baterista, cantor e compositor Wilson das Neves, de 80 anos. “Estou feliz da vida porque vou tocar com Wilson Das Neves. O Seu Wilson é um grande ídolo que eu tenho. Pensa como é pra um cara ter um ídolo, poder ter ele como amigo e ainda convidar para participar de um espetáculo?”, comentou.

Cheio de estilo e samba no pé, Wilson das Neves subiu animado ao palco do MIMO: “vocês estão com pressa? Porque vamos até amanhã de manhã”, brincou. Ele e Emicida cantaram juntos clássicos do samba, como ‘Grande Hotel’, composição do carioca e de Chico Buarque, e também ‘O Dia Em que o Morro Descer e Não For Carnaval’.

“Eu digo que o samba seria como avô do rap, sabe? Às vezes, eu estou tão à vontade que até falo que o Cartola faz um rap”, contou Emicida sobre a influência do ritmo em suas músicas. E, completa: “o acaso fez com que o termo rap nascesse nos Estados Unidos. Mas se você passear pela história, vai encontrar um monte de manifestação oral, seja no repente de Pernambuco, seja na própria Jamaica. Todos os lugares tinham essas brincadeiras de pergunta e resposta”.

Veja a entrevista;

Emicida no Mimo Festival, em Paraty

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Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Sobre o MIMO
O Circuito MIMO 2016 acontece também em Ouro Preto, Tiradentes, Rio de Janeiro e Olinda. Para mais informações e a programação completa, acesse o site oficial. Em Paraty, as atrações gratuitas vão de 14 a 16 de outubro no Centro Histórico da cidade. Entre as atrações, Emicida e Elza Soares.

Afirmando-se como uma experiência multicultural, inovadora e já tendo sido prestigiado por um público superior a 1 milhão de espectadores, o MIMO Festival promoverá este ano mais de 50 concertos, em espaços do patrimônio público, como igrejas e praças, além de teatros e centros culturais, exibirá 27 filmes inéditos em circuito comercial, que compõem a programação do Festival MIMO de Cinema, workshop e palestras do Fórum de Ideias e a Chuva de Poesia.

Mimo Festival 2016, em Paraty

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Mimo Festival 2016, em Paraty

Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do Mimo Festival. Por isso, o primeiro dia da programação de Paraty começou com apresentação de Ana de Oliveira Quarteto no altar da igreja Nossa Senhora dos Remédios. O quarteto de cordas exibiu peças apenas de compositores brasileiros para um público atento e diversificado.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do Mimo Festival. Por isso, o primeiro dia da programação de Paraty começou com apresentação de Ana de Oliveira Quarteto no altar da igreja Nossa Senhora dos Remédios. O quarteto de cordas exibiu peças apenas de compositores brasileiros para um público atento e diversificado.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do Mimo Festival. Por isso, o primeiro dia da programação de Paraty começou com apresentação de Ana de Oliveira Quarteto no altar da igreja Nossa Senhora dos Remédios. O quarteto de cordas exibiu peças apenas de compositores brasileiros para um público atento e diversificado.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do Mimo Festival. Por isso, o primeiro dia da programação de Paraty começou com apresentação de Ana de Oliveira Quarteto no altar da igreja Nossa Senhora dos Remédios. O quarteto de cordas exibiu peças apenas de compositores brasileiros para um público atento e diversificado.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

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O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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Mimo Festival 2016, em Paraty

De Cabo Verde, o cantor e compositor Mário Lúcio abriu o segundo dia de concertos do MIMO Festival, em Paraty. O ex-ministro da Cultura do país africano fez uma apresentação com voz e violão no altar da Igreja Santa Rita, uma construção de quase 300 anos e mesclou suas canções para dar uma aula de históra e contar de forma descontraída a história da chegada dos portugueses e da miscigenação do seu povo.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

De Cabo Verde, o cantor e compositor Mário Lúcio abriu o segundo dia de concertos do MIMO Festival, em Paraty. O ex-ministro da Cultura do país africano fez uma apresentação com voz e violão no altar da Igreja Santa Rita, uma construção de quase 300 anos e mesclou suas canções para dar uma aula de históra e contar de forma descontraída a história da chegada dos portugueses e da miscigenação do seu povo.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

De Cabo Verde, o cantor e compositor Mário Lúcio abriu o segundo dia de concertos do MIMO Festival, em Paraty. O ex-ministro da Cultura do país africano fez uma apresentação com voz e violão no altar da Igreja Santa Rita, uma construção de quase 300 anos e mesclou suas canções para dar uma aula de históra e contar de forma descontraída a história da chegada dos portugueses e da miscigenação do seu povo.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Coube a Cheikh Lô, direto do Senegal fechar a noite. Acompanhado de quatro músicos incríveis, ele mostrou seu talento na bateria, guitarra e vocais.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Coube a Cheikh Lô, direto do Senegal fechar a noite. Acompanhado de quatro músicos incríveis, ele mostrou seu talento na bateria, guitarra e vocais.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Coube a Cheikh Lô, direto do Senegal fechar a noite. Acompanhado de quatro músicos incríveis, ele mostrou seu talento na bateria, guitarra e vocais.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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Mimo Festival 2016, em Paraty

Grupo gaúcho lança o CD 'Subtropical Temperado' no festival e, no palco, mostrou uma música vibrante feita da mistura de eletrônico, voz, sanfona e ritmos latinos

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Grupo gaúcho lança o CD 'Subtropical Temperado' no festival e, no palco, mostrou uma música vibrante feita da mistura de eletrônico, voz, sanfona e ritmos latinos

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Mimo Festival 2016, em Paraty

Hamilton de Holanda e o Baile do Almeidinha encerrou a edição do Paraty do festival. Os músicos tocaram clássicos da música popular brasileira e não deixaram ninguém parado no Centro Histórico de Paraty

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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