A Força do Querer: Ruy atira em Zeca após ser inflamado por Ritinha

João Vieira

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Atualizado em 4/09/2017

Ruy atirará em Zeca

TV Globo/Divulgação Ruy atirará em Zeca

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Nos próximos capítulos de A Força do Querer, Ruy (Fiuk) atirará em Zeca (Marco Pigossi) e será preso.

Tudo começa quando o jovem empresário encontra Ritinha (Isis Valverde) falando com o ex pelo computador. A “sereia” mentirá e dirá que o caminhoneiro estava assediando ela e sendo perseguida.

Ruy ficará furioso e decidirá ir atrás de Zeca. Os dois se encontram, brigam e o filho de Joyce (Maria Fernanda Cândido) atira no rival.

A madame, aliás, irá partir pra cima de Ritinha ao descobrir que o filho foi preso. “Eu sempre soube que essa menina não ia trazer felicidade pro Ruy! Sempre soube! Nunca ninguém me ouviu!”, reclamará ela.

Treze novelas que são remakes e que você não se lembrava

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Meu Pedacinho de Chão (1972 / 2014)

Escrito por Benedito Ruy Barbosa, o folhetim sobre a professorinha que muda o dia a dia do pequeno vilarejo de Santa Fé estreou na TV no início dos anos 70, simultaneamente na Globo e na Cultura. O papel da protagonista Juliana ficou a cargo da atriz Renée de Vielmond. A nova versão colorida de 'Meu Pedacinho de Chão' foi ao ar em 2014, e teve Bruna Linzmeyer como a professora Juliana. A qualidade estética do remake encantou o público e entrou para a história da dramaturgia.

Créditos: Reprodução

Meu Pedacinho de Chão (1972 / 2014)

Escrito por Benedito Ruy Barbosa, o folhetim sobre a professorinha que muda o dia a dia do pequeno vilarejo de Santa Fé estreou na TV no início dos anos 70, simultaneamente na Globo e na Cultura. O papel da protagonista Juliana ficou a cargo da atriz Renée de Vielmond. A nova versão colorida de 'Meu Pedacinho de Chão' foi ao ar em 2014, e teve Bruna Linzmeyer como a professora Juliana. A qualidade estética do remake encantou o público e entrou para a história da dramaturgia.

Créditos: Divulgação / TV Globo

O Rebu (1974 / 2014)

Nos anos 70, 'O Rebu' marcou a teledramaturgia brasileira ao situar uma trama em apenas 24 horas. Escrita por Bráulio Pedroso, o folhetim mostra um assassinato na mansão do milionário Conrad Mahler (Ziembinski), um dos protagonistas, e também o desenrolar da investigação. Em 2014, o remake foi ao ar em uma versão repaginada. Patrícia Pillar ganhou o posto de personagem principal na pele de Ângela Mahler, mas o crime misterioso não rendeu boa audiência para a Globo. A novela marcou uma média de 15 pontos no Ibope na Grande São Paulo.

Créditos: Reprodução

O Rebu (1974 / 2014)

Nos anos 70, 'O Rebu' marcou a teledramaturgia brasileira ao situar uma trama em apenas 24 horas. Escrita por Bráulio Pedroso, o folhetim mostra um assassinato na mansão do milionário Conrad Mahler (Ziembinski), um dos protagonistas, e também o desenrolar da investigação. Em 2014, o remake foi ao ar em uma versão repaginada. Patrícia Pillar ganhou o posto de personagem principal na pele de Ângela Mahler, mas o crime misterioso não rendeu boa audiência para a Globo. A novela marcou uma média de 15 pontos no Ibope na Grande São Paulo.

Créditos: Divulgação / TV Globo

Saramandaia (1976 / 2013)

Em 'Saramandaia' de 76, Dias Gomes experimentou o realismo fantástico na teledramaturgia e marcou época com seus personagens excêntricos. Na primeira versão, a atriz Wilza Carla interpretou Dona Redonda, e a cena que mostrou a personagem explodindo por não conseguir parar de comer se tornou uma das mais emblemáticas da trama. Em 2013, o remake foi ao ar na faixa das 23h e registrou uma audiência morna. O capítulo da explosão de Dona Redonda, dessa vez interpretada por Vera Holtz, rendeu bons pontos no Ibope e foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Créditos: Reprodução

Saramandaia (1976 / 2013)

Em 'Saramandaia' de 76, Dias Gomes experimentou o realismo fantástico na teledramaturgia e marcou época com seus personagens excêntricos. Na primeira versão, a atriz Wilza Carla interpretou Dona Redonda, e a cena que mostrou a personagem explodindo por não conseguir parar de comer se tornou uma das mais emblemáticas da trama. Em 2013, o remake foi ao ar na faixa das 23h e registrou uma audiência morna. O capítulo da explosão de Dona Redonda, dessa vez interpretada por Vera Holtz, rendeu bons pontos no Ibope e foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Créditos: Divulgação / TV Globo

Dona Xepa (1977 / 2013)

Escrita por Gilberto Braga, Dona Xepa conta a história da feirante Carlota, uma matrona que faz de tudo para poder educar os filhos. Em 77, Yara Côrtes interpretou a protagonista, e a novela foi um sucesso na faixa das 6. Em 2013, a Record exibiu um remake adaptado por Gilberto Reiz, mas a trama foi um fiasco de audiência. Na nova versão, quem deu vida à feirante foi a atriz Ângela Leal.

Créditos: Reprodução

Dona Xepa (1977 / 2013)

Escrita por Gilberto Braga, Dona Xepa conta a história da feirante Carlota, uma matrona que faz de tudo para poder educar os filhos. Em 77, Yara Côrtes interpretou a protagonista, e a novela foi um sucesso na faixa das 6. Em 2013, a Record exibiu um remake adaptado por Gilberto Reiz, mas a trama foi um fiasco de audiência. Na nova versão, quem deu vida à feirante foi a atriz Ângela Leal.

Créditos: Divulgação / TV Record

Guerra dos sexos (1983 / 2012)

A trama escrita por Sílvio de Abreu foi ao ar em 1983. Na época, o elenco estrelado contou com Fernanda Montenegro e Paulo Autran, que deram vida aos personagens Charlô e Otávio. A cena épica da guerra de comida protagonizada pelos atores no café da manhã inspira outros dramaturgos até hoje! Quase 30 anos depois, Tony Ramos e Irene Ravache interpretaram Otávio e Charlô e reproduziram a mesma briga com direito a copo de suco na cara, porém, o remake não obteve o mesmo sucesso. A versão moderninha de 'Guerra dos Sexos' foi uma das piores audiências do horário das 19h.

Créditos: Reprodução

Guerra dos sexos (1983 / 2012)

A trama escrita por Sílvio de Abreu foi ao ar em 1983. Na época, o elenco estrelado contou com Fernanda Montenegro e Paulo Autran, que deram vida aos personagens Charlô e Otávio. A cena épica da guerra de comida protagonizada pelos atores no café da manhã inspira outros dramaturgos até hoje! Quase 30 anos depois, Tony Ramos e Irene Ravache interpretaram Otávio e Charlô e reproduziram a mesma briga com direito a copo de suco na cara, porém, o remake não obteve o mesmo sucesso. A versão moderninha de 'Guerra dos Sexos' foi uma das piores audiências do horário das 19h.

Créditos: Divulgação / TV Globo

Gabriela (1975 / 2012)

Em 1975, Walter George Durst levou a adaptação do romance 'Gabriela, Cravo e Canela' de Jorge Amado para a TV. Quem não se lembra da épica cena de Sônia Braga, na pele da protagonista, subindo em um telhado para pegar uma pipa? A novela fez um sucesso estrondoso na época, e em 2012 ganhou um remake. Walcyr Carrasco escalou Juliana Paes para viver a sensual personagem, e a versão 2012 manteve bons números de audiência e terminou com índices superiores aos de sua antecessora, 'O Astro'.

Créditos: Reprodução

Gabriela (1975 / 2012)

Em 1975, Walter George Durst levou a adaptação do romance 'Gabriela, Cravo e Canela' de Jorge Amado para a TV. Quem não se lembra da épica cena de Sônia Braga, na pele da protagonista, subindo em um telhado para pegar uma pipa? A novela fez um sucesso estrondoso na época, e em 2012 ganhou um remake. Walcyr Carrasco escalou Juliana Paes para viver a sensual personagem, e a versão 2012 manteve bons números de audiência e terminou com índices superiores aos de sua antecessora, 'O Astro'.

Créditos: Divulgação / TV Globo

Carrossel (1991 / 2012)

Em 1991, a novelinha infantil 'Carrossel' exibida pelo SBT fez tanto sucesso no Brasil que preocupou a Globo. Fenômeno de audiência, a trama com Maria Joaquina, Cirilo e professora Helena foi reprisada outras três vezes na TV de Silvio Santos. Quase 20 anos depois, o SBT repetiu a dose e exibiu um remake escrito por Íris Abravanel. O tiro foi certeiro e colocou a emissora na briga pela vice-liderança, além de gerar cerca de R$ 100 milhões em produtos licenciados.

Créditos: Reprodução

Carrossel (1991 / 2012)

Em 1991, a novelinha infantil 'Carrossel' exibida pelo SBT fez tanto sucesso no Brasil que preocupou a Globo. Fenômeno de audiência, a trama com Maria Joaquina, Cirilo e professora Helena foi reprisada outras três vezes na TV de Silvio Santos. Quase 20 anos depois, o SBT repetiu a dose e exibiu um remake escrito por Íris Abravanel. O tiro foi certeiro e colocou a emissora na briga pela vice-liderança, além de gerar cerca de R$ 100 milhões em produtos licenciados.

Créditos: Divulgação / SBT

O Astro (1978 / 2011)

Quem matou Salomão Hayalla? Na trama de Janete Clair exibida na TV em 78, quem viveu o vidente Herculano Quintanilha na TV foi Francisco Cuoco. Tony Ramos também teve um papel de destaque ao interpretar o desapegado Márcio Hayalla, que ignora a fortuna do pai Salomão. Em 2011, a Globo testou a exibição de novelas na faixa das 23h e exibiu o remake de 'O Astro'. Na adaptação de Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro, Rodrigo Lombardi interpretou Herculano Quintanilha, e Thiago Fragoso deu vida a Márcio Hayalla. A reexibição da trama foi bem em audiência e consolidou o horário das 23h também para novelas produzidas pela emissora.

Créditos: Reprodução

O Astro (1978 / 2011)

Quem matou Salomão Hayalla? Na trama de Janete Clair exibida na TV em 78, quem viveu o vidente Herculano Quintanilha na TV foi Francisco Cuoco. Tony Ramos também teve um papel de destaque ao interpretar o desapegado Márcio Hayalla, que ignora a fortuna do pai Salomão. Em 2011, a Globo testou a exibição de novelas na faixa das 23h e exibiu o remake de 'O Astro'. Na adaptação de Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro, Rodrigo Lombardi interpretou Herculano Quintanilha, e Thiago Fragoso deu vida a Márcio Hayalla. A reexibição da trama foi bem em audiência e consolidou o horário das 23h também para novelas produzidas pela emissora.

Créditos: Divulgação / TV Globo

Ti Ti Ti (1986 / 2010)

Em 1986, Reginaldo Faria e Luis Gustavo deram vida aos costureiros Jacques Leclair e Victor Valentim, que viviam em pé de guerra no competitivo mundo da moda de São Paulo. A novela de Cassiano Gabus Mendes fez muito sucesso, tanto que o batom Boka Loka, lançado por Valentim na novela, foi parar na boca das brasileiras. No remake de Maria Adelaide Amaral, que também levou uma piatada de 'Plumas e Paetés' de Cassiano Gabus Mendes, os papéis dos protagonistas ficaram com os atores Alexandre Borges e Murilo Benício. A adaptação deu certo e a novela entrou para a lista de mais assistidas do horário nos últimos anos.

Créditos: Reprodução

Ti Ti Ti (1986 / 2010)

Em 1986, Reginaldo Faria e Luis Gustavo deram vida aos costureiros Jacques Leclair e Victor Valentim, que viviam em pé de guerra no competitivo mundo da moda de São Paulo. A novela de Cassiano Gabus Mendes fez muito sucesso, tanto que o batom Boka Loka, lançado por Valentim na novela, foi parar na boca das brasileiras. No remake de Maria Adelaide Amaral, que também levou uma piatada de 'Plumas e Paetés' de Cassiano Gabus Mendes, os papéis dos protagonistas ficaram com os atores Alexandre Borges e Murilo Benício. A adaptação deu certo e a novela entrou para a lista de mais assistidas do horário nos últimos anos.

Créditos: Divulgação / TV Globo

Sinhá Moça (1986 / 2006)

A novela que reconta parte do tempo da escravidão foi escrita por Benedito Ruy Barbosa. Depois de estrelar 'A Escrava Isaura', a atriz Lucélia Santos voltou a participar de uma trama com temática parecida e deu vida à protagonista. A escrava Adelaide foi interpretada por Solange Couto. Vinte anos depois, o remake de 'Sinhá Moça' foi ao ar com Débora Falabella na pele da protagonista, e com a atriz Lucy Ramos no papel da mucama. A nova versão, roteirizada por Edmara Barbosa, filha de Benedito, conquistou ótimos índices de audiência.

Créditos: Reprodução

Sinhá Moça (1986 / 2006)

A novela que reconta parte do tempo da escravidão foi escrita por Benedito Ruy Barbosa. Depois de estrelar 'A Escrava Isaura', a atriz Lucélia Santos voltou a participar de uma trama com temática parecida e deu vida à protagonista. A escrava Adelaide foi interpretada por Solange Couto. Vinte anos depois, o remake de 'Sinhá Moça' foi ao ar com Débora Falabella na pele da protagonista, e com a atriz Lucy Ramos no papel da mucama. A nova versão, roteirizada por Edmara Barbosa, filha de Benedito, conquistou ótimos índices de audiência.

Créditos: Divulgação / TV Globo

Cabocla (1979 / 2004)

'Cabocla' já havia sido exibida na extinta TV Rio em 1959 antes de estrear na Globo. Vinte anos depois, Benedito Ruy Barbosa levou uma adaptação da trama ao ar, e quem deu vida à brejeira Zuca foi a estreante Glória Pires. O papel de Luís Jerônimo foi de Fábio Jr. Aliás, foi nos bastidores da novela que os dois se conheceram e acabaram se casando. Em 2004, a história se repetiu! Vanessa Giácomo e Daniel de Oliveira interpretaram Zuza e Luís Jerônimo e acabaram se casando após as gravações da novela. O remake de 'Cabocla' foi uma das maiores audiências do horário nos anos 2000.

Créditos: Reprodução

Cabocla (1979 / 2004)

'Cabocla' já havia sido exibida na extinta TV Rio em 1959 antes de estrear na Globo. Vinte anos depois, Benedito Ruy Barbosa levou uma adaptação da trama ao ar, e quem deu vida à brejeira Zuca foi a estreante Glória Pires. O papel de Luís Jerônimo foi de Fábio Jr. Aliás, foi nos bastidores da novela que os dois se conheceram e acabaram se casando. Em 2004, a história se repetiu! Vanessa Giácomo e Daniel de Oliveira interpretaram Zuza e Luís Jerônimo e acabaram se casando após as gravações da novela. O remake de 'Cabocla' foi uma das maiores audiências do horário nos anos 2000.

Créditos: Divulgação / TV Globo

A Escrava Isaura (1977 / 2004)

Baseada no romance de Bernardo Guimarães (1875), o folhetim sobre a escrava branca foi ao ar em 1977. Quem deu vida a protagonista da adaptação de Gilberto Braga foi a atriz Lucélia Santos. O sucesso da novela foi tanto que muitos países acabaram importando a história e Lucélia ganhou uma legião de fãs ao redor do mundo. Em 2004, com direção de Tiago Santiago, a TV Record exibiu o remake com a atriz Bianca Rinaldi no papel de Isaura. A produção alcançou bons números no Ibope.

Créditos: Reprodução

A Escrava Isaura (1977 / 2004)

Baseada no romance de Bernardo Guimarães (1875), o folhetim sobre a escrava branca foi ao ar em 1977. Quem deu vida a protagonista da adaptação de Gilberto Braga foi a atriz Lucélia Santos. O sucesso da novela foi tanto que muitos países acabaram importando a história e Lucélia ganhou uma legião de fãs ao redor do mundo. Em 2004, com direção de Tiago Santiago, a TV Record exibiu o remake com a atriz Bianca Rinaldi no papel de Isaura. A produção alcançou bons números no Ibope.

Créditos: Divulgação / TV Record

Mulheres de Areia (1973 / 1993)

Quem não se lembra da Ruthinha? Na primeira versão da novela, exibida pela TV Tupi em 1973, Eva Wilma fez o papel das gêmeas Ruth e Raquel, e Gianfrancesco Guarnieri deu vida a Tonho da Lua. Vinte anos depois, no horário das 18h, Glória Pires interpretou a irmã boa e a má, e Marcos Frota fez o papel do deficiente que tinha um coração puro. Escrita por Ivani Ribeiro, 'Mulheres de Areia' foi um dos maiores sucessos da TV Tupi, e repetiu o sucesso de audiência na Globo em 93.

Créditos: Divulgação / Canal Viva

Mulheres de Areia (1973 / 1993)

Quem não se lembra da Ruthinha? Na primeira versão da novela, exibida pela TV Tupi em 1973, Eva Wilma fez o papel das gêmeas Ruth e Raquel, e Gianfrancesco Guarnieri deu vida a Tonho da Lua. Vinte anos depois, no horário das 18h, Glória Pires interpretou a irmã boa e a má, e Marcos Frota fez o papel do deficiente que tinha um coração puro. Escrita por Ivani Ribeiro, 'Mulheres de Areia' foi um dos maiores sucessos da TV Tupi, e repetiu o sucesso de audiência na Globo em 93.

Créditos: Reprodução

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