A linha do tempo de evolução da Globeleza

Valéria Valença estreou no Carnaval da Globo mesmo antes da Globeleza. Na época, a vinheta ainda não existia e o leme das festividades carnavalescas globais era "a Globo faz escola no Carnaval deita e rola" | Créditos: TV Globo/Reprodução
A primeira vinheta oficialmente Globeleza é muito parecida com a atual, com uma série de participantes ao lado de Valéria, focando menos no corpo dela e mais no todo. Sem contar que foi a mais longa versão que a Globo apresentou, com 1:20 minutos. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Valéria Valença aparece completamente nua na vinheta de 1992, com o auxílio de efeitos especiais e truques de ângulo e luz para esconder suas partes íntimas. | Créditos: TV Globo/Reprodução
A primeira vez que a Globo usou um efeito especial notável foi em 93, quando Valéria apareceu multiplicada na tela. | Créditos: TV Globo/Reprodução
A dançarina aparece mais coberta que em suas versões anteriores em 1994. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Em 95, ano que a TV Globo fazia 30 anos, Valéria Valença aparece sambando dentro do globo central do logo da emissora. | Créditos: TV Globo/Reprodução
No ano seguinte, Valéria aparece em cima do logo global e, pela primeira vez, habitada dentro da Sapucaí. | Créditos: TV Globo/Reprodução
A vinheta segue o mesmo molde em 97, sem muitas novidades em relação ao ano anterior. | Créditos: TV Globo/Reprodução'
Bastante simples, a vinheta de 98 explorou bastante o corpo de Valéria, sem usar qualquer elemento adicional. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Com os seios completamente expostos, a Globeleza de 99 foi duplicada e teve menos pintura corporal que a anterior. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Homenageando os 500 anos do Brasil, a Globeleza de 2000 aparece no meio da mata e vestida de índio, com o cabelo longo e mais pinturas corporais. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Entrando no novo século, a Globeleza de 2001 abandonou as pinturas corporais e focou na fantasia metalizada. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Valéria vestiu as cores da emissora em 2002, com a vinheta mantendo o padrão tradicional. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Uma retrospectiva de suas performances marcou a aparição de Valéria Valença em 2003. Na homenagem, a dançarina encerrou a vinheta mostrando o barrigão de grávida em sua última gravação como Globeleza. | Créditos: TV Globo/Reprodução
No primeiro ano sem Valéria, a Globo apostou em uma Globeleza computadorizada, mas o resultado ficou longe de dar certo. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Gianne Carvalho teve uma passagem relâmpago pelo quadro, ficando apenas em 2005. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Aline Prado assumiu o posto em 2006, ficando até 2013 na função. | Créditos: TV Globo/Reprodução
No Carnaval de 2007, Aline apareceu multiplacada na tela e praticamente nua, sem pintura corporal. | Créditos: TV Globo/Reprodução
As pinturas corporais cheias de efeito e o cabelo novo foram as novidades de Aline como Globeleza em 2008. | Créditos: TV Globo/Reprodução
A dançarina apareceu com uma pintura corporal maior que as anteriores. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Cheias de efeitos especiais, a Globeleza de 2010 foi ganhando pinturas corporais durante a vinheta, terminando com o corpo praticamente todo coberto. | Créditos: TV Globo/Reprodução
A Globeleza de 2011 seguiu um padrão semelhante das anteriores, que durou pelos próximos dois anos. | Créditos: TV Globo/Reprodução
| Créditos: TV Globo/Reprodução
Em 2013, Aline Prado se despediu do posto sem grandes novidades. | Créditos: TV Globo/Reprodução
A Globeleza mais polêmica de todas foi Nayara Justino. Ela foi alvo de uma série de críticas racistas e demitida em seguida. Na época, o jornal inglês The Guardian fez uma extensa matéria sobre o tema e concluiu que Nayara foi demitida por ser "negra demais". | Créditos: TV Globo/Reprodução
A tese ganhou mais sustentação em 2015, quando Erika Moura substituiu Nayara após ganhar um concurso do Fantástico. Mais clara que sua antecessora, Erika ganhou uma série de elogios dos executivos da emissora, mas acendeu ainda mais a repercussão negativa em cima do quadro, que passou a ser acusado de sexismo e exploração do corpo da mulher negra em prol da divulgação do Carnaval. | Créditos: TV Globo/Reprodução
2016 chegou a Erika Moura seguiu no posto. Mais coberta por pinturas corporais, ela protagonizou o momento mais difícil do quadro em termos de publicidade, uma vez que as críticas ao quadro passaram a ficar insustentáveis. | Créditos: TV Globo/Reprodução
A grande virada da Globeleza aconteceu neste ano. Vestida, Erika Moura protagoniza o vídeo que traz uma série de elementos regionais dos carnavais pelo Brasil. As novidades agradaram o público e ganharam um percentual gigantesco de aprovação nas redes sociais. | Créditos: TV Globo/Reprodução
Sem mais artigos
Sair da versão mobile