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(Foto: reprodução/vídeo)

Cientistas descobriram que beber três taças de champanhe por dia pode prevenir a aparição de distúrbios como demência e Alzheimer. O fato se dá a um composto encontrado nas uvas escuras Pinot Noir e Pinot Meunier, que são usadas para fazer o líquido efervescente e pode afastar doenças cerebrais e melhorar a memória.

A pesquisa foi realizada pelo professor de bioquímica Jeremy Spencer, da Universidade de Reading, na Inglaterra. Ao The Telegraph, ele definiu os resultados como ‘dramáticos’: “Esta pesquisa é emocionante porque mostra pela primeira vez que o consumo moderado de champanhe tem o potencial de influenciar o funcionamento cognitivo, como a memória“.

A demência começa provavelmente à partir do 40 anos e vai até os 80. É um declínio gradual, por isso o quanto antes as pessoas começarem a tomar esses compostos benéficos do champanhe, melhor“, disse Spencer ao site.

Segundo a reportagem, um porta-voz da Alzheimer’s Society disse: “Este é um estudo interessante, especialmente para aqueles que gostam de um copo de champanhe. No entanto, as pessoas não devem começar a celebrar ainda. É a primeira vez que uma ligação entre champanhe e a redução de risco de demência é feita. Muita pesquisa ainda é necessária“.

O próximo passo da pesquisa será realizado na prática: 60 pensionistas serão convidados a beber três taças de champanhe por dia durante três anos.

Que grande notícia! Esperamos que se confirme.

Aprenda a harmonizar vinhos

Petirrojo: é o típico Sauvignon Blanc, tradicionalmente seco, mas delicado. É um vinho fresco e bem jovem. Identificado pela cor palha e reflexo esverdeado. Tem pimentão verde, folha de tomate e ervas frescas na composição. Vai bem com frutos do mar, salada, coalhada e queijos mais ácidos.
Anselmi: esta garrafa tem um tipo de vinho branco mais complexo, equilibrado e aromatizado. Nestes casos, a cor da bebida é mais dourada. Tem maçã verde, flores brancas e camomila na composição. Vai bem com pratos mais elaborados, como robalo, queijo fresco, gorgonzola, ravióli com molho de tomate, carne branca como frango assado, peru e chester.
Château de Pourcieux: tem cor clara, um rosa prateado. É o tipo de rosé mais clássico. É suave, tranquilo e mais fresco. Misturado com pétalas de rosa e gerânio. Vai bem com pratos delicados, saladas, frango e frutos do mar. Carne pode ser steak tartare, uma massa simples e ainda sopa de cebola.
Corerosa: é um vinho de rosa mais forte. É vibrante, jovem e a acidez muda de acordo com o preto. É misturado com ameixa e cereja, além de ser mais encorpado. Ideal para ser servido com comidas mais estruturadas, como ravióli de cabrito e nhoque de ragu de linguiça. Vai bem também com queijo fresco à meia cura e canastra.
Bocelli: vinho da vinícola do cantor Andrea Bocelli, na Toscana. “É o preferido das mulheres e combina muito com o paladar brasileiro”, diz Gianluca Casagrande, sommelier do restaurante Supra di Mauro Maia. Ele é sedoso, aveludado, conquista a boca, e equilibra a acidez, o tanino (aquela sensação de ter comido uma banana verde, sabe?) e calor. Vai bem com prato mais estruturado, como carne de sustância.
Dolcetto d’Alba é considerado o melhor dolcetto do mercado Este vinho é feito de uma uva da região de Piemonte. Mistura cereja madura e ameixa. É mais ácido no início e doce no final quando engole. Este tipo vai muito bem com massas.
Huaso de Sauzal: este vinho de elite foi premiado como o melhor exemplar chileno no ano passado. É feito apenas de uva e é ácido na medida. Vai muito bem com churrasco e carnes bem mal passadas.
Selvarossa: este vinho tem um toque defumado, de frutas vermelhas, persistência longa e toque de couro. Geralmente este tipo é encorpado e estruturado e vai bem com carnes mais fortes, como de cabrito, javali e de caça.
Mouton Rothschild é feito com dois tipos de uva e tem a elegância e potência de vinhos de elite. As frutas são cultivadas em videiras centenárias, os cachos crescem sob cuidados e apenas os fortes chegam até o fim. É um dos mais caros e uma garrafa é vendida por R$ 12 mil.
Este tipo é mais doce e consumido em pequenas doses. Ele é feito através da colheita tardia da uva. Existem várias maneiras de fazer o procedimento, mas geralmente há uma ventilação especial para secar a uva nas videiras depois do prazo. Neste tempo, o cacho se enche de mofo, que suga a água da fruta, deixando-a seca e mais concentrada de açúcar. Por isso, o vinho é mais doce e tem um toque de mofo.
Existem quatro ingredientes que, não adianta, eles não se harmonizam com vinho. São eles: pimenta, alcachofra, sorvete e frutas.
Harmonizar é equilibrar o paladar! É quando o prato e a bebida formam uma bela dupla. Por isso, o vinho deve acompanhar e completar o efeito causado pela comida e não se separar dela. A regra é: cardápio delicado, vinho mais simples. Receitas elaboradas, vinhos mais encorpados.
Vinho e queijo é a combinação perfeita? Não. Nem todo vinho combina com queijo. E, a razão disto, é a tão falada harmonização.
Champanhe é vinho! E, avisamos, esqueça os nomes da moda.  “Veuve Clicquot é o champanhe mais básico que tem. Na Itália não se toma nem de graça. Moët Chandon também é um dos mais simples”, explica Gianluca. Entre as boas sugestões, estão o Dom Pérignon, Deutz, Ruinart, Salon e Vollereaux. Este último tem o melhor custo-benefício porque é um espumante francês moderno e custa pouco mais de R$ 100.
“Vinho é como perfume, cada dia devia ter um diferente. O sommmelier tem que ser um bom psicólogo para indicar opções certas para cada dia porque um vinho bom é aquele que você gosta”, explica Gianluca Casagrande, sommelier do restaurante Supra di Mauro Maia e que nasceu em uma vinícola no interior da Itália

Beber champanhe todos os dias pode prevenir demência e Alzheimer, diz pesquisa

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