Estimativas informais indicam que existem mais de 2.500 casas que cultuam seitas, desde afros, bizarras e as de religiões idólatras como a Cidade da Paz, Santuário Dom Bosco, templos da LBV, templos budistas e a Cidade Eclética.

O templo da seita Vale do Amanhecer é uma "cidade", a 40 km do centro de Brasília. Lá reúnem-se o Candomblé, magia negra, esoterismo e budismo. A entidade foi fundada em 1959 por Neiva Chaves Zelaya, a "Tia Neiva", ex-católica, mas que, segundo ela mesma, "por volta dos 33 anos, já mãe de quatro filhos, foi surpreendida por visões de pessoas mortas e de espíritos que se apresentaram a ela como sendo "pretos velhos", índios e "amigos do espaço". Virou a casaca.

A Cidade Eclética Yokaonan, também em Brasília, é das mas conhecidas. Mistura kardecistas e umbanda. Outro exemplo é a seita Fé Bahá’í, que promete uma vida de sucesso e poder, bem como a cidade sugere. Criada na antiga Pérsia em 1844, possui suas próprias leis e escrituras: as Sagradas Escrituras Bahá"ís. Segundo ela "todas as religiões provêm de um mesmo Deus". Já imaginou a confusão na cabeça desse Deus?

Curiosidade: pelos números do IBGE, as religiões e seitas que esperam de alguma forma o apocalipse reúnem 30 milhões de adeptos no Brasil. A cada ano, a Igreja Católica perde 600 mil seguidores. Especialistas canadenses calculam que 20 mil novos movimentos religiosos atuam no mundo, 200 deles baseados em cartilhas extremistas que pregam suicídios e até assassinatos.

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