(Da redação) Pesquisadores de universidades de ponta dos Estados Unidos e Reino Unido assinaram um manifesto para a liberalização do uso de medicamentos para melhorar a inteligência. Eles argumentam que é preciso disciplinar o uso que pessoas saudáveis fazem de drogas como a Ritalina, usada para tratar o déficit de atenção e fortalecer a memória.

Uma pesquisa realizada por universidades norte-americanas revelou que cerca de 7% dos estudantes já fizeram uso de algum medicamento do tipo. A intenção era melhorar o desempenho escolar.

Nos Estados Unidos, utilizar uma droga fora do propósito original é crime. Por isso que os cientistas solicitam a liberação de algumas drogas de uso seguro e que aprimoram a memória.

Além da Ritalina, os pesquisadores também consideram as drogas Adderall, Stavigile e Aricept. Esta, usada para tratamento do mal de Alzheimer.

Doping mental

A possibilidade de liberar o uso de drogas que turbinam o cérebro já provoca discussões entre os acadêmicos. Poderia uma pessoa que utiliza a droga concorrer em igualdade com outra que não utiliza? Quem faz uso da medicação poderia obter vantagens na hora de praticar uma prova, por exemplo.

Os cientistas apontam também para o perigo de empresários forçarem (direta ou indiretamente) seus funcionários a fazerem uso dos medicamentos que aprimorariam o rendimento.

No entanto, o manifesto assinado pelos acadêmicos menciona que são necessários testes que comprovem a qualidade das drogas, os efeito delas em pessoas saudáveis, e as possíveis seqüelas da utilização de longo prazo.

(com informações da Folha)

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