Erinhoudini: transgênero adepta do poliamor que gosta de ficar amarrada

Erinhoudini: transgênero adepta do poliamor que gosta de ficar amarrada

A gente sabe que fetiche é igual bunda e cada um tem o seu, que vão desde os mais comuns até alguns mais ousado. E como o assunto está em pauta agora com o 50 Tons de Cinza e entre quatro paredes vale tudo (desde que seja consensual, é claro), o fotógrafo que mora no Brooklyn, Danny Ghitis,  resolveu fazer um ensaio, batizado de The Fetlife, que registra os diferentes fetiches dos nova iorquinos.

A pesquisa para se ambientar ao tema e encontrar as personagens para as imagens foi feita na comunidade de sexo “não-convencional” de Nova York e também num website chamado Fetlife.com. As fotografias, que foram todas feitas na casa das pessoas ou em espaços pessoais e privados, buscam conectar as pessoas e mostrar os diferentes apetites sexuais como algo natural.

Enquanto alguns gostam de anonimidade ou rebeldia nos fetiches, outros são simplesmente eles mesmos, pessoas que se exitam por ideias que vão além do “sexo básico”. O objetivo do fotógrafo é que as pessoas olhem para essas imagens e lutem contra os seus preconceitos.

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