Neste sábado (4), a carioca Thalita Rebouças promoveu uma tarde de autógrafos para o seu mais recente livro lançado, “Era uma vez minha primeira vez”, no quarto da menina estudiosa exposto na Casa Cor de São Paulo.  

Com 12 livros lançados de 2001 até hoje (inclusive alguns em Portugal), a escritora e jornalista vai atingir um milhão de vendas em 2011 e já coleciona uma legião de fãs adolescentes pelo Brasil. Ao que tudo indica, o sucesso está só começando. As histórias da Thalita vão sair dos livros para as telas de cinema e prometem agitar os palcos do teatro também.

Por que esse sucesso com as adolescentes? Thalita é praticamente uma confidente dos seus leitores e acabou conquistando também algumas mães, por despertar o desejo de leitura dos filhos. Os livros costumam abordar o universo teen, frustrações, medos, romances, relação com os pais e por aí vai, procurando sempre se aproximar o máximo possível desse público.

O Virgula Ligfestyle bateu um papo com ela, sobre o novo livro, a carreira e aproveitou que o Dia dos Namorados está chegando para saber o que a escritora acha da data e pedir umas dicas para as adolescentes que não conseguem arranjar um namorado.

Era uma vez minha primeira vez

Virgula Lifestyle – No seu novo livro, você traz seis meninas, que contam suas barreiras, frustrações e expectativas com os romances na adolescência. Você se identifica com alguma delas na sua adolescência?

Thalita Rebouças – Eu tenho todas. É um dos livros que mais tem coisas minhas. Eu sou todas elas. Uma menina outro dia escreveu para mim ‘Nossa, você me dividiu em seis’. E na verdade é isso mesmo: por que  a gente tem que se identificar só com uma? Mulher é complicada pra caramba. E o gostoso de fazer esse livro foi justamente isso, mostrar para as meninas que tudo que elas estão pensando, os medos e frustrações, já passou pela cabeça de muitas em algum momento.

VL – Você lembra de algum Dia dos Namorados que foi incrível?

T – Todos que eu passei com o meu marido. Eu acho que mesmo casados, somos eternos namorados. Todo Dia dos Namorados é bacana ao lado dele, porque  apesar de ser um pouquinho forçada a troca de presentes (pelo fato de já sermos casados) ele me trata sempre como se eu fosse a eterna namoradinha, mesmo a gente estando junto há 14 anos.

VL – Dia dos Namorados é um tema legal para um livro, já que a maioria das solteiras odeiam esta data. Que tal?

T – É verdade! Boa idéia. Olha eu fui muito encalhada, que nem a Joana do meu livro. Eu pegava muita gente, mas nunca namorava. Passei muitos Dias dos Namorados solteira comendo pipoca e vendo filme com as amigas, e é bacana também. Depois você arruma namorado e vira o mesmo de sempre. A verdade é que quem tá fora quer entrar e quem está dentro quer sair.

VL – Você comentou no seu twitter sobre a possibilidade do Era uma vez minha primeira vez ir parar no teatro. Está de pé?

T – Vai virar! Estreia em 2012 e vai vim para São Paulo. Já fizemos a primeira reunião. Quem vai dirigir vai ser o Roberto Bomtempo, com produção do Anderson Müller. Estou muito feliz porque é a minha primeira experiência no teatro depois de “Fala Sério, Mãe!”. Já se passaram cinco anos, e agora tenho um público maior. Acho que vai ser muito legal e a ideia é rodar o Brasil com a peça.

VL – Já tem elenco de atores definido?

T – Vamos abrir teste para os interessados. A galera já ficou louca no twitter quando comentei.

VL – Você também está com projetos no cinema, né? Conta um pouco pra gente.

T – Vai ter Uma Fada veio me Visitar nas telonas, “Ela disse, Ele disse” e “Tudo por um namorado” também. Agora eu sou multimídia. Estou chique!

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Entrevista: Thalita Rebouças fala sobre novo livro, carreira e Dia dos Namorados

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