Da redação) – Logo agora que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, suspendeu os julgamentos e está prestes a determinar o fechamento definitivo da prisão de Guantánamo, um saudita que esteve preso no local foi reconhecido como vice-líder da Al-Qaeda no Iêmen. O fato pode pesar a favor daqueles que criticam a posição de Obama, que transformou a questão em seu primeiro ato no cargo, já no dia seguinte à posse.

Said Ali Al-Shihri foi libertado no final de 2007, e seguiu para a Arábia Saudita. Alguns meses depois, foi para o Iêmen, onde é acusado de participar de um atentado contra a embaixada americana na capital, Sana. Nessa temporada na Arábia, o suposto terrorista teria passado por um programa de reabilitação para antigos jihadistas.

O governo saudita nega que alguém que passou por seu programa tenha voltado ao terrorismo, mas uma declaração da própria Al-Qaeda, confirmada por agentes anti-terrorismo americanos, afirma que Said é mesmo Abu Sayyaf Al-Shihri, como é conhecido o vice-líder da organização no Iêmen. "Abu Sayyaf" é um nome bastante usado entre os jihadistas no lugar de seu nome verdadeiro ou de seu primeiro nome.

Quase metade dos prisioneiros de Guantánamo são do Iêmen, mas até essa confirmação, nenhum dos já libertados havia se envolvido oficialmente com organizações terroristas. No entanto, o Pentágono, mesmo sem provas, declarou que dezenas deles “voltaram à luta”. Oficiais americanos responsáveis pelo combate ao terrorismo acreditam que os ex-prisioneiros devem ser monitorados pelos países que os acolhem.

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