Ei, você aí: se lembra da Bizz? E da Set? E da Herói? E da Pop???

Se você tem mais de 30 anos, deve se lembrar de alguma delas. Se tem menos, tem que lembrar pelo menos da Capricho!

Pois é. Os anos passam, e as revistas também. A era de ouro das publicações brasileiras vendidas em bancas de jornal rendeu muita coisa legal. Que tal relembrar as revistas que mais deixaram saudades?

Revistas brasileiras que subiram no telhado

A revista Bizz marcou época, tornando-se a principal fonte de música, pop, rock e cultura musical, entre 1985 e 1995
Suas capas históricas, seus
Em 95, mudou para Showbizz e aumentou de tamanho, perdendo o sucesso. Em 2000, voltou a ser somente Bizz, e foi assim até 2007, mas nunca mais teve o mesmo impacto
A Set era um filhote da Bizz, dedicando-se ao cinema (antes da Set, matérias sobre cinema saíam na Bizz). Assim como a Bizz, a Set tornou-se referência absoluta do cinema, trazendo lançamentos nas salas e nas vídeolocadoras. Durou de 1987 a 2010, mas o auge foram os anos 80 e 90, antes da internet, dos downloads de filmes e do Netflix...
Publicada no ano de 2005, era totalmente dedicada ao passado, focando nos anos 60, 70, 80 e 90, mas principalmente 80
Publicada em 1993 e 94, era quase uma herdeira da Bizz. Foco em música, cinema e quadrinhos
Liderada por Angeli e lançada em 1983, foi o grande pódio dos quadrinhos nos 80, consagrando personagens como Rê Bordosa e os cartunistas Glauco, Luis Gê, e a Laerte. Terminou em 1995
Na mesma linha, a revista Circo, da Circo Editorial (que também editava Chiclete com Banana) trazia cartunistas e HQs do underground
Publicada entre 1994 e 2006, focava no universo dos heróis (como o título já entregava) e seus derivados: HQs, animações, games...
Revista carioca publicada entre 1994 e 2000, foi a 1ª publicação gay brasileira e não-pornográfica (não tinha ensaios de nudez). Foi o principal palanque da cultura LGBT (na época, GLS) e da militância na era pré-internet
Esta revista circulou nos anos 70, abordando, claro, a Música. Pop, rock e MPB eram os baluartes da publicação, trazendo ainda cifras musicais para os leitores aprenderem a tocar instrumentos
Inicialmente batizada de Geração Pop, logo virou apenas Pop. Entre 1972 e 79, era a principal fonte de informação da cultura jovem. Suas capas tornaram-se antológicas (que tal Monique Evans na primeira capa à esquerda?)
Música, rock, discoteca, moda, surf, esportes, namoros, e um sutil ar de rebeldia davam à revista o tom certo para a geração 70
Nasceu no final dos anos 60 e durou até 1999. Era a rival da Contigo! na cobertura de novelas e celebridades da TV. Ficou famosa como a revista que a mulherada
Parecida com a Amiga, a Sétimo Céu também cobria astros da TV, e trazia fotonovelas - às vezes estreladas pelos próprios atores da TV. Durou dos anos 60 até meados dos 90
Entre 1952 e 2000, foi uma das principais revistas brasileiras. Exuberante, bregona, meio sensacionalista, e quem esquece as capas especiais de Carnaval?
Feminina, vendida nas lojas do supermercado Pão de Açúcar, a revista entrevistava astros da TV e circulou nos anos 80
Entre 1997 e 2013, foi a revista mais relevante dedicada às artes: teatro, literatura, música, artes plásticas. Era erudita e respeitada
Hilária sátira à revista Caras, a Bundas foi criada por Ziraldo e outros ex-integrantes do histórico jornal O Pasquim. Durou 1 ano e meio, entre 1999 e 2000
Nasceu em 1952 como a 1ª revista feminina da Editora Abril. Tornou-se bastante teen nos 70 e explodiu nos 80 e 90, com o título

Finadas: Relembre as revistas brasileiras que acabaram mas deixaram saudades

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