(EFE) – A maneira com que os humanos observam, reconhecem e classificam os rostos, reflete diferenças culturais, segundo um estudo publicado hoje pela revista "Public Library of Science" ("PLoS").

Para seu trabalho, os pesquisadores do Departamento de Psicologia de Glasgow, no Reino Unido e da Universidade de Montreal, no Canadá, recorreram a 14 pessoas descritas como "caucasianas ocidentais" e outras 14 descritas como "orientais do Leste da Ásia", sem mais detalhes.

Os resultados do estudo "demonstram que o processamento de rostos não pode ser considerado como algo que surge de uma série universal de eventos perceptivos", segundo a equipe pesquisadora. "A estratégia empregada para extrair informação visual dos rostos difere com as culturas", concluíram.

O estudo "aponta novos elementos para entender por que a comunicação não verbal entre pessoas de culturas diferentes é, às vezes, problemática", segundo a "PloS". "As sociedades ocidentais são, em geral, mais individualistas, enquanto que as sociedades orientais são coletivistas; os ocidentais aparentemente pensam e percebem de maneira mais focalizada e os orientais globalmente", foi revelado à revista.

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