(Da redação) – Dados do Itamaraty, divulgados nesta quarta-feira, 8, revelam que metade dos brasileiros que se prostitue fora do país não estão ligados ao tráfico de pessoas.

O estudo do Órgão foi baseado nos atendimentos que presta no Brasil e nos consulados brasileiros na Europa às vítimas do tráfico de pessoas. Mas o estudo lembra que, segundo estatísticas da OMI (Organização Internacional para a Migração), cerca de 80 mil mulheres brasileiras trabalham como prostitutas no continente europeu.

O Itanaraty aponta que a porta de entrada para a prostituição no Velho Continente é a França. Logo, as mulheres migram para a Espanha e Portugal. A maioria delas vêm do centro-oeste brasileiro, em Gôiania. Segundo o governo de Goiás, quando essas vítimas da exploração sexual voltam ao país de origem, geralmente, estão viciadas em drogas.

Por isso, uma audiência pública realizada no Estado, nesta quarta-feira, discutiu um programa implementado pelo governo estadual de Goiás, que procura desintoxicar essas mulheres. O projeto atende as vítimas com idades entre 18 e 45 anos.

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