Reprodução/KARE

O início da pandemia fez com que muitas casas de repouso fechassem suas portas ao público para proteger os pacientes. A medida fez com que Lisa Racine, moradora do estado norte-americano do Minnesota, tivesse que ficar distante do pai de 87 anos. Mas ela arranjou um jeito de passar mais tempo com ele.

Racine arranjou um emprego na casa de repouso Good Samaritan Society, onde seu pai mora, para que pudesse visitá-lo. Além de trabalhar como gerente em uma empresa de impressões, desde Dezembro ela atua na área de limpeza da instituição, lavando o chão, os pratos e limpando a cozinha. Ela trabalha meio período, de noite e aos finais de semana.

“Eu poderia estar fazendo aulas de yoga ou indo a happy hours, mas eu prefiro vir aqui limpar o chão e lavar louça para poder ver meu pai”, explicou a moça ao canal KARE, afiliado da NBC.

Para Recine, trabalhar na casa de repouso e ver seu pai “não tem preço”: “não acredito que eles me pagam para fazer isso”, brincou em entrevista à emissora.

Harold Racine contou que ficou “estupefato” com a atitude da filha, mas um dos “dias mais felizes” de sua vida foi quando ela chegou para trabalhar.

A oferta de Racine veio em boa hora para a Good Samaritan Society, que estava com dificuldades para encontrar novos funcionários devido à pandemia. “Quando ela entrou em contato querendo trabalhar foi uma dádiva de Deus para nós”, afirmou a administradora do local, Rene Racine, prima de Lisa.

Os pacientes da casa já foram imunizados e a instituição voltou a receber visitas de familiares. Mas Lisa pretende continuar em seu posto: “sinto que estou fazendo algo bom para as pessoas”.

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