Apesar de tudo, o advogado de Garnero, Carlos Alberto Arão, afirmou não considerar ter havido interdição. “O que a Justiça entendeu é que não pode haver na ilha atividade nociva ao meio ambiente. Não é isso que fazemos. O que precisa ficar claro é que essa ordem judicial vai ser cumprida.” Segundo ele, as obras vão continuar.

Porém, não é isso que diz o procurador. “A decisão do juiz é clara e manda [que se] abstenha de promover quaisquer obras e de funcionar quaisquer estabelecimento potencialmente poluidor sob pena de multa de 10 mil reais por dia de descumprimento. Se eles continuarem, alguém vai ser preso.”

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