Apesar de querer manter distância do assunto, a política já fez parte da rotina da família Sato. O avo de Sabrina foi vereador durante 24 anos e o pai durante 8, ambos em Penápolis, sua cidade natal. Hoje, ela diz que procura se informar na época das eleições. “Acho que as pessoas poderiam participar mais. Sou muito idealista, não sei se iria conseguir concretizar tudo que eu gostaria”, disse.

Mas, por trás da proposta dos partidos, Sabrina reconhece que eles também querem lucrar com sua fama. Além disso, usar a fama para entrar na política pode ser uma faca de dois gumes. “As pessoas públicas têm fãs que acreditam nelas, elas têm que ter consciência de seu papel. Se a pessoa se propõe a fazer, tem que fazer”.

Ela procura não rotular pessoas famosas, como Clodovil, preferindo acompanhar se eles fazem seu trabalho direito. Se ela fosse vereadora, ela garante que levantaria a bandeira das minorias como “crianças carentes, idosos e gays”.

“As crianças são o futuro do país e estão no semáforo, nas esquinas, onde não é o lugar delas. No futuro, elas vão estar no poder, vão cuidar da gente. E aí, não vai dar para reclamar“.

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