Lambe-lambes espalhados pelo Brasil criticam objetificação dos seios femininos

Divulgação Lambe-lambes espalhados pelo Brasil criticam objetificação dos seios femininos

Você já deve ter se perguntando, inúmeras vezes, por que fotos com mamilos femininos são tão censurados em redes sociais, filmes e novelas. No Facebook, não tem papo: basta deixar o peito à mostra para ter foto e conta banidas. Burlar esse algoritmo e espalhar seios nus pelas cidades brasileiras é a missão de Letícia Bahia e Júlia Rodrigues, mulheres por trás do projeto “Mamilo Livre”. A rebeldia começa virtualmente: no site oficial, você pode escolher a imagem de algum seio (ou até mesmo o seu) e compartilhar um álbum de fotos que “engana” a censura do Facebook, já que mamilo fica “subentendido”.

A youtuber JoutJout também se jogou na causa, olha só como funciona:

No meio urbano, ideia é espalhar lambe-lambes pelas cidades brasileiras ilustrados com seios nus, sem pudor, vergonha ou tabu. Julia Rodrigues, a fotógrafa do Mamilo Livre, disponibilizou retratos de doze voluntários anônimos, homens e mulheres, para que você escolha o seu favorito e proteste pelos muros sem medo de ser feliz. Para baixar o seu, basta clicar aqui. Rua Augusta, Largo da Batata, Avenida Paulista e Pinheiros são algumas regiões de São Paulo que já fazem parte desta causa, para a nossa alegria.

“Mamilos não são inerentemente sexuais. Eles podem ser, mas não precisam ser, como qualquer outra parte da anatomia. O indivíduo é soberano em relação ao próprio corpo. A vergonha e a lascívia alheia não podem se sobrepor ao livre usufruto do próprio corpo”, informa o manifesto do Mamilo Livre. No site, as criadoras ainda oferecem instruções para quem quer espalhar seios, peitos e mamilos por aí, com dicas da impressão correta e colagem.

Veja algumas imagens do projeto na galeria abaixo:

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