elas mulheres

A edição britânica da revista “Elle” teve uma ideia muito boa para mostrar como é escassa a presença feminina nos centros de poder internacionais. Com a ajuda do Photoshop, eles criaram um vídeo e apagaram os homens do poder pra ver quantas mulheres restavam. Como vocês podem imaginar, poquíssimas!

O curta, que faz parte de uma campanha feminista chamada #MoreWomen (#mais mulheres), mostra como ficam completamente sozinhas algumas das principais líderes mundiais, como a rainha da Inglaterra, Elizabeth II.

Em um comunicado, a revista explica que a ação tem como objetivo aumentar a presença feminina em cargos como esses.

“A história de como as mulheres em posições de força continuamente se apoiam é ignorada constantemente, enquanto que o mito de que enfrentamos essa situação se perpetua”, diz a revista.

Dá uma olhada no vídeo:

10 mulheres que romperam barreiras históricas

A filósofa existencialista francesa, que também passou a ser considerada como a papisa do feminismo graças ao seu ensaio “O Segundo Sexo”, em que analisa o papel das mulheres na sociedade. O livro foi considerado, na época em que foi lançado (1949) como um atentado ao pudor e só passou a ser reconhecido nos anos 60.
Dona do reinado mais longo da Inglaterra, que focou conhecido como Era Vitoriana, ela foi responsável pela época mais próspera do país, tanto através da expansão do Império Britânico, quanto com o auge da Revolução Industrial.
A escritora inglesa do século XX revolucionou a literatura com livros que abordavam a temática feminina, chegando até a trazer os assuntos como feminismo e relacionamentos homoafetivos. Outra coisa super bacana é o fato dela assumir a autoria das obras que escrevia, o que não era muio comum nas mulheres da época.
Depois de anos e anos com apenas homens ocupando o Poder Executivo brasileiro, a atual presidente do Brasil foi a primeira mulher a ser eleita para ser chefe de Estado do país, nas 2010. Quando analisamos em termos de América Latina, ela ocupa a 11ª posição.
Independente da sua opinião a respeito da política neoliberal e conservadora que ela adotava, não há como negar que a Dama de Ferro teve um papel muito relevante quando o assunto é a participação da mulher na política. Foi a primeira representante do sexo feminino a ser eleita primeira-ministra no Reino Unido e conseguiu, de uma forma ou de outra, fazer a economia britânica melhorar bastante, botando muito homem no chinelo
Popularmente conhecida como Evita, a atriz argentina que se casou com Juan Domingo Perón, que acabou eleito presidente. Seu carisma fez com que a população mais carente do país acabasse apoiando o que acabou conhecido como peronismo, tendo grande responsabilidade pelo sucesso político do marido.
Apesar de a gente aprender bastante sobre Zumbi dos Palmares no colégio, a história de Dandara, sua esposa, não é tão difundida assim. Ela foi uma guerreira negra que defendia o quilombo e acabou se suicidando para não retornar à condição de escrava.
A estilista britânica é ninguém menos que a responsável pela criação da minissaia, na década de 60. A peça, por sua vez, foi símbolo de vanguarda e de libertação da mulher quando o assunto é a moda.
Uma bailarina brasileira, cujo nome de batismo era Dora Vivacqua, fazia as suas apresentações seminua com uma jiboia (ou mais) enrolada no corpo. Foi a fundadora do primeiro clube naturalista do Brasil, na ilha Tapuama de Dentro (que ela rebatizou para Ilha do Sol.
Em abril de 2015, essa diplomata da Jordânia se tornou a primeira mulher árabe a presidir o Conselho de Segurança da ONU e uma das primeiras no serviço diplomático em seu país.

Vídeo usa Photoshop pra mostrar como é escassa a presença feminina no poder

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