A partir de julho, a Pinacoteca do Estado vai dar o pontapé inicial na programação de mostras paralelas à Bienal Internacional de Arte de São Paulo, que acontece em setembro, com quatro grandes exposições.

No dia 24 de julho será inaugurada uma grande retrospectiva de Mira Schendel, expoente da arte contemporânea brasileira que já foi exposta em museus como o MoMA, em Nova York, e o museu Tate Modern, em Londres. Já no dia 9 de agosto, entra em cartaz na Pinacoteca uma exposição do brasileiro Leonilson (1957-1993), artista reverenciado por suas gravuras e desenhos sensíveis, com curadoria de Adriano Pedrosa.

Também faz parte da programação paralela a exposição Tradição Construtivo-Concreta Brasileira, com estreia marcada para o dia 9 de agosto, e a mostra Panôramica, do argentino Guilhermo Kuitca, que será inaugurada no dia 24 de setembro.

Sob o tema Como Lutar Contra Coisas Que Não Existem, a 31ª Bienal ficará em cartaz de 6 de setembro a 7 de dezembro no prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

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