Pela primeira vez em sua história, a seleção de Burkina Fasso avançou à final da Copa Africana de Nações, ao bater nesta quarta-feira Gana, nos pênaltis, por 3 a 2, depois de empate em 1 a 1 nos 120 minutos de bola rolando, no tempo normal e prorrogação.

Na segunda vez que disputou a semifinal da competição – a primeira foi em 1998 -, “Os Garanhões” se classificaram para encarar a Nigéria, que mais cedo bateu Mali, por 4 a 1, na outra semifinal. A partida decisiva da competição acontecerá no domingo, no Soccer City, em Johanesburgo.

Hoje, no Estádio Mbomela, em Nelspruit, Burkina Fasso ainda saiu atrás do placar. Aos 12 minutos de jogo, o árbitro tunisiano Slim Jedidi marcou contestado pênalti de Panandetiguiri em Atsu. Na cobrança Mubarak Wakaso cobrou e colocou tetracampeões continentais na frente.

O empate veio aos 15 minutos da etapa final, com Aristide Bancé, marcando de cabeça após cobrança de escanteio. O gol levou a partida para a prorrogação.

No tempo extra, houve mais dois lances polêmicos. Primeiro, o árbitro anulou um gol de Burkina, marcando falta de Nakoulma, em cima de um defensor ganês. Depois, faltando três minutos para o fim da prorrogação, Pitroipa caiu dentro da área e pediu pênalti. Slim Jedidi não só ignorou a falta, como expulso o jogador.

Com a persistência do empate, a partida foi para os pênaltis. Para Burkina Fasso, marcaram Koné, Traoré e Bancé. Já Koulibaly perdeu. Para Gana, converteram Atsu e Afful, mas Vorsah, Clottey e Badu perderam.

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