O técnico Dunga aproveitará o amistoso desta segunda-feira contra a Tanzânia para fazer os últimos ajustes na seleção titular antes de sua estreia na Copa do Mundo da África do Sul, contra a Coreia do Norte.

Para esta disputa, a equipe brasileira se deslocou 2,5 mil quilômetros, de Johanesburgo até Dar-es-Salam, cidade onde irão jogar contra o representante local.

O palco da disputa será o estádio Nacional Benjamin Mkapa, também conhecido pelos locais como ‘Maracanã’, e que possui características semelhantes às do estádio carioca. A cidade, por conta da presença de estrelas do futebol, está em clima de festa.

Esta será a última partida preparatória antes do primeiro compromisso oficial do Brasil na Copa do Mundo, dia 15 de junho contra a Coreia do Norte, pelo grupo G. Por isso, essa será a última chance de Dunga para tirar suas dúvidas e definir a equipe titular que enfrentará os norte-coreanos.

Contra a Tanzânia, Júlio César será poupado, depois de ter se machucado no amistoso de quarta-feira contra Zimbábue, quando saiu no primeiro tempo com dores no abdômen e foi substituído por Gomes. O goleiro do Tottenham será titular novamente.

O lateral-esquerdo Michel Bastos, que torceu o tornozelo durante o treino de quinta-feira, treinou sem problemas, e o zagueiro Juan, que não participou do último amistoso e foi substituído por Thiago Silva, poderá voltar a jogar como titular.

A Tanzânia é dirigida pelo técnico brasileiro Marcio Máximo, ex-treinador das categorias de base da seleção brasileira na década de 90.

O melhor da Tanzânia estará no amistoso, com quatro jogadores que atuam no exterior: o goleiro Mohammed Mwarami, do Ferroviário Maputo, de Moçambique, os meias Henry Joseph, do Kongsvinger, da Noruega, e Danny Mrwanda, do Dong Tam Long, do Vietnã, e o atacante Nizar Khalfan, do Vancouver Whitecaps, do Canadá.

A disputa renderá à CBF um lucro de US$ 2 milhões e os ingressos para o jogo serão os mais caros da história do país africano, variando entre US$ 25 e US$ 180.

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