<p><br />
Muitos profissionais do futebol dizem que a S&eacute;rie B do Campeonato Brasileiro &eacute; um torneio diferente dos demais. Outros, que j&aacute; passaram pela experi&ecirc;ncia de trabalhar em times que sofreram a queda para a 2&ordf; divis&atilde;o, afirmam que as equipes que devem ser formadas para a disputa da vaga para a elite tem de ter uma outra postura dentro de campo. Estes pensamentos tamb&eacute;m fazem parte da cartilha do experiente treinador Jair Picerni, hoje no Guarani, um verdadeiro especialista em acessos e que contou ao <b>Virgula Esporte</b> como o Corinthians pode conseguir voltar a Primeira divis&atilde;o. Picerni foi o treinador do Palmeiras de 2003, que, depois de muita luta, saiu da Segundona para a elite. &quot;Nosso in&iacute;cio de temporada na &eacute;poca n&atilde;o foi muito bom, mas com o tempo percebemos do que se tratava a S&eacute;rie B, e conseguimos desempenhar um bom futebol&quot;, afirmou. Naquele ano, equipes tradicionais do cen&aacute;rio nacional disputavam com o Verd&atilde;o o t&iacute;tulo do torneio. &quot;Nossa sequ&ecirc;ncia foi t&atilde;o boa que beneficiamos e habilitamos o Botafogo a tamb&eacute;m brigar por uma vaga com outras equipes, visto que est&aacute;vamos disparados na reta final&quot;, lembrou. O treinador, que j&aacute; passou por v&aacute;rios clubes do Brasil e, inclusive, pela sele&ccedil;&atilde;o ol&iacute;mpica de 1984, apontou a mescla de jogadores como um dos fatores principais para o sucesso de uma equipe, em uma competi&ccedil;&atilde;o t&atilde;o disputada. &quot;Quando o Palmeiras caiu, jogadores experientes como o Marcos, o S&eacute;rgio e o Magr&atilde;o permaneceram no elenco. Com o surgimento de talentos como o Alceu, o Edm&iacute;lson e o V&aacute;gner Love, o time ficou bem equilibrado&quot;, disse. &quot;Na disputa de qualquer campeonato, seja ele de S&eacute;rie A ou S&eacute;rie B, sempre &eacute; bom ter um investimento para ter times de qualidade. Por&eacute;m, o mais importante &eacute; a atitude dos jogadores dentro de campo, pois na 2&ordf; Divis&atilde;o n&atilde;o h&aacute; muita t&eacute;cnica, &eacute; um jogo mais truncado&quot;, explicou. Para Picerni, o Verd&atilde;o de 2003 terminou a temporada jogando como time de elite, unindo bons valores individuais com o esp&iacute;rito de luta do elenco. &quot;Consigo enxergar no Corinthians uma boa equipe, com futebol de S&eacute;rie A. Jogadores experientes com jovens promessas, como Lulinha e Dentinho. Parece estar surtindo efeito&quot;, analisou. Questionado se as caracter&iacute;sticas dos atletas do clube do Parque S&atilde;o Jorge s&atilde;o as de um grupo preparado para disputar a divis&atilde;o de acesso do futebol brasileiro, Picerni foi enf&aacute;tico. &quot;Para mim, o maior diferencial do Corinthians est&aacute; no banco de reservas. A proposta de trabalho do Mano Menezes, que fez escola no Sul do pa&iacute;s, j&aacute; faz com que o time seja de muita ra&ccedil;a, muita pegada&quot;, comentou o treinador, que aponta o Tim&atilde;o como favorito para o t&iacute;tulo. &quot;O Corinthians tem bons jogadores, o esquema est&aacute; funcionando e tem um &oacute;timo t&eacute;cnico. Est&atilde;o no caminho certo&quot;, concluiu. <b>LEIA TAMB&Eacute;M:</b> <a target="_blank" href="http://www.virgula.com.br/esporte/novo/nota.php?ID=25236">Luxemburgo diz que sua meta &eacute; comandar a sele&ccedil;&atilde;o em 2014</a></p>

Sem mais artigos