<br> Há anos que o estadunidenses tentam popularizar o futebol no país. Nos anos 70 eles levaram Pelé, Beckenbauer, Neeskens e Carlos Alberto Torres, mas o sucesso foi momentâneo. A Copa de 1994 foi a segunda tentativa. Após ela, foi criada a MLS (Major League Soccer, Liga de Futebol Estadunidense), que não vingou. Agora, a tentativa é com o pop-star inglês David Beckham. No entanto, seu ex-chefe, o técnico do Manchester United, Alex Ferguson, não acredita que ele vá conseguir sucesso. Ainda mais após a série de lesões que vem sofrendo.

“Beckham está numa situação difícil. Ele, por si só, não pode mudar o futebol dos Estados Unidos”, afirma Ferguson.

Para provar sua teses, ele utiliza um argumento que é um tanto furado se pensarmos no Brasil:

“A grande extensão dos Estados Unidos não permite que haja rivalidade, um dos ingredientes que torna o futebol mais emocionante. No futebol europeu, e em particular no britânico, pode-se viajar com facilidade. Mas se um estadunidense quiser viajar de Boston para Los Angeles… demora seis horas! Os jovens não viajam e, assim sendo, não existe rivalidade entre os adeptos”, afirma.

Segundo o treinador, outro problema é a saída precoce de jogadores do país, problema semelhante ao que acontece no Brasil.

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