A.B.F tem 27 anos e uma frustração na vida: perdeu a chance de realizar o sonho de ser um jogador de futebol. Tudo começou quando ele tinha apenas 13 anos. Experimentou cola, maconha, até chegar na cocaína. Mesmo assim, a bola continuava a ser a sua grande paixão. Com 17 anos surgiu uma oportunidade que poderia ter mudado a sua vida, um convite para fazer um teste no Corinthians (o time de seu coração). Não chegou nem a tentar. Na hora de escolher entre o futebol e as drogas preferiu a segunda opção, já que todos os seus amigos fizeram a mesma escolha. O resultado foi desastroso: remédios fortíssimos, síndrome do pânico e meses sem sair de casa.

Essa é apenas uma das histórias que costumam acontecer todos os dias. Atualmente, acompanhamos o drama do craque Maradona, que vira e mexe volta para o hospital por consequência "delas". Enquanto os médicos teimam em continuar ligando o ex-jogador à química, alguns afirmam que o vício existe sim e que dificilmente o argentino conseguirá deixar de ser um consumidor. Verdade ou mentira, é fato que "Dieguito" terá sempre a sua história no futebol manchada e essa mancha nunca poderá ser removida.

Se você é daqueles que pratica esporte, é hora de começar a pensar nas consequências que as drogas podem lhe causar. A Doutora Beatriz Mileikis, psicoterapeuta com especialização em dependência química, contou um pouco sobre o mal que o consumo pode trazer ao atleta. "A droga é responsável pela alteração do funcionamento cerebral e metabólico de qualquer pessoa. Quem consome acha que joga melhor sobre o efeito da substância. Na verdade, a sensação que existe é de desempenhar o esporte com mais liberdade, sem a preocupação de jogar bem, de ganhar, sem a responsabilidade. Mas tudo é uma grande ilusão. Há um desgaste maior do corpo, uma sobrecarga no organismo. É um erro achar que consumir drogas é sinônimo de jogar melhor.", revelou a especialista.

Conclusão óbvia: drogas não combinam mesmo com o mundo esportivo. Esporte é sinônimo de saúde e os jovens devem sempre lembrar disso. Se você está curioso para saber o que aconteceu com o nosso personagem do começo da reportagem, pode ficar feliz. A.B.F tem um bom emprego, há anos não se envolve com "elas" e continua jogando futebol com os amigos na várzea. Nem é preciso dizer que ele se arrepende de tudo isso, né?

<b>Serviço:</b>

Doutora Beatriz Mileikis
Tel: (11) 6161 75 51

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