Na próxima segunda-feira (24), o atacante Paolo Guerrero prestará depoimento à Polícia Civil devido à invasão de cerca de 100 torcedores ao CT Joaquim Grava, no início de fevereiro. Porém, ao que parece, o jogador não está certo de qual será o tom de seu depoimento, uma vez que a versão do peruano contradiz o que o presidente Mário Gobbi havia afirmado.

Neste sábado (22), após a vitória do Corinthians por 3 a 2 sobre o Rio Claro, pela décima rodada do Campeonato Paulista, no Pacaembu, o camisa 9 declarou que não foi “esganado” durante o incidente, como havia dito o presidente corintiano. Ele admitiu apenas uma abordagem mais forte de alguns torcedores, mas sem agressão física.

“Foi um mal entendido. Não sei o que o presidente falou, mas houve confusão, não tenho certeza da declaração porque não assisto muito à televisão e não vi o que foi dito. Nem tocaram em mim, não me agrediram, foi mesmo um mal entendido” – afirmou Guerrero.

A Polícia Civil instaurou a “Operação Hooligans” e já tem três torcedores presos e outros dois foragidos. Novos mandados de prisão podem ser expedidos de acordo com o rumo das investigações. A operação também investiga se o Corinthians facilitou a entrada desses torcedores no CT e o motivo pelo qual algumas câmeras de segurança não funcionaram durante a invasão.

Guerrero nega ter sido agredido em invasão no centro de treinamento

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