Apesar de não ter conquistado uma medalha em Atenas, o handebol masculino brasileiro conquistou a sua melhor colocação em Olimpíadas, um 10º lugar. Em Atlanta-1996, a equipe havia ficado em 11o; em Barcelona-1992, em 12o lugar.

Nesta terça-feira (24/08), o Brasil fez a sua última partida contra os islandeses e perdeu por 29 a 25, com gols de Bruno Souza (6), Tupan (6), Adalberto (5), Jaqson (2), Helinho (2), SB (1), Jair (1), Ivan (1) e Bruno Santana (1).

"Estou há 40 anos no handebol e avalio o nosso campeonato como bom, evolutivo. Conseguimos ser campeões pan-americanos e chegamos aqui por mérito próprio, não por causa de alguma desistência. Sempre disse que um sexto lugar seria um ouro para o Brasil. Meu objetivo pessoal era terminar entre sexto e nono. Então, um décimo lugar é como se fosse uma quinta colocação dentro das nossas previsões", afirmou o técnico Alberto Rigolo.

O treinador se mostrou um pouco frustado por não ter conseguido levar o time às quartas-de-final. "O resultado ideal teria sido ganhar da Grécia, volto frustrado por isso (perderam por 26 a 22). O objetivo era decidir o quarto lugar no grupo contra Grécia e Egito (venceram os egípcios por 26 a 22). Vamos tentar preparar os jogadores de uma maneira melhor para uma próxima vez", comentou.

"Tivemos cinco amistosos fortes internacionais. O que falta é aprender a jogar bem todas as partidas, ser mais constante. Isso não acontece porque ainda falta um pouco mais de intercâmbio internacional, não para treinar e sim para jogar mesmo. Mas temos uma luz que não está mais no fim do túnel, já está no meio, que é a Lei Agnelo-Piva e o apoio da Petrobras. Com isso, espero que no próximo ciclo olímpico possamos nos preparar melhor ainda e ter mais jogadores disponíveis para fazer parte de uma Seleção mais forte", disse ainda.

Eleito o terceiro melhor jogador de handebol do mundo em 2003, Bruno Souza também espera que o Brasil cresça durante o próximo ciclo olímpico. "Nosso time juvenil ficou em sétimo lugar no último Mundial. Temos muito espaço para evoluir, principalmente, fazendo mais amistosos internacionais", afirmou Bruno, ressaltando que a décima colocação foi positiva para o Brasil. "Fomos até onde podíamos. Um décimo lugar já é uma evolução para o handebol brasileiro".

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