Na noite dessa quinta-feira (14), logo após a vitória do Palmeiras por 2 a 1 sobre o Sporting Cristal, do Peru, na estreia da Libertadores, o técnico do Verdão, Gilson Kleina, deu entrevista coletiva na qual exaltou o espírito da equipe e a ligação com a torcida.

“Temos que trabalhar, aprimorar e crescer cada setor jogo a jogo. Nós temos de criar uma identidade. Nossa equipe vai ter que marcar forte, é importante ter variações de jogo. O mais importante é o jogador querer. Nós preparamos e eles executam. Se tiver essa química, vamos fazer como fizemos hoje: vamos suar sangue”, prometeu Kleina.

Outra coisa que pode ajudar nos planos palmeirenses para ter sucesso nesta temporada é a torcida que, mesmo com o time em má fase desde o ano passado, cerca de 18 mil compareceram no Pacaembu para acompanhar a suada vitória na estreia da competição continental.

“Vimos uma harmonia com o torcedor. Essa força que tivemos dentro de campo veio da arquibancada. É claro que só com a força não vamos ganhar os jogos, mas em termos de Libertadores esse é um aspecto importante”, lembrou o comandante alviverde.

Sobre o mal-entendido na última entrevista, na qual o Palmeiras foi comparado a Burkina Faso (vice da Copa Africana de Nações 2013), Gilson foi enfático e lembrou de exemplos melhores.

“O torcedor está achando que estou me inspirando em uma equipe que não tem a tradição do Palmeiras. O Palmeiras é incomparável à Burkina Faso. Quis dizer que o Palmeiras pode surpreender como o Porto, campeão (da Liga dos Campeões da Europa em 2004) com o mestre (o técnico José) Mourinho, e o Once Caldas (campeão da Libertadores de 2004)”, finalizou.

 

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