Somente um gol atrás de Ronaldo, que é o maior artilheiro da história das Copas, o alemão Miroslav Klose, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (23), deixou claro que quer sim marcar o 15º gol de sua história no torneio, e também passar o brasileiro. Para o atacante, o conjunto vem em primeiro lugar, mas seu objetivo é, também, colocar o seu nome no topo do quesito artilharia.

“Aqueles que me conhecem sabem que esse é um dos meus objetivos, mas a equipe vem sempre primeiro. Com um gol já fico no topo, mas preciso de dois para ficar isolado”, disse o jogador da Lazio, que provavelmente será o titular da equipe treinada por Joachim Löw, que chamou somente mais um centroavante entre os 23 convocados para o Mundial, o jovem Kevin Volland, do Hoffenheim, que nunca jogou pelo seleção principal.

Além de deixar claro o seu foco individual, Miro revelou conversas com seus companheiros italianos que jogaram a Copa das Confederações no ano passado. Segundo ele, o que lhe passaram não é algo de se festejar, já que o principal rival pode acabar sendo o clima.

“Falei com meus colegas italianos que me disseram que, depois de 20 minutos (de jogo), não tem de onde buscar o ar. Teremos que ter uma equipe muito em forma para jogar no Brasil e só assim poderemos ir longe”, explicou o atleta de 35 anos e que nasceu na Polônia.

O clima é realmente algo que os alemães se preocupam, já que jogaram os três jogos da primeira fase no Nordeste: dia 16 de junho, contra Portugal na Fonte Nova, em Salvador; cinco dias depois diante de Gana, mo Castelão, em Fortaleza; e fecha o ciclo no duelo com os Estados Unidos, na Arena Pernambuco, no Recife.

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