Condenado a cinco anos de prisão pelo homicídio culposo da ex-namorada Reeva Steenkamp, o paratleta sul-africano Oscar Pistorius, que também foi banido pelo Comitê Paraolímpico Internacional até sua pena for cumprida, não é o único esportista que já foi preso. O assunto, aliás, não é uma novidade no meio esportivo. O competidor, que está fora dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016, entra para a extensa lista de atletas que também já tiveram problemas com a Justiça.

Em 1992, o boxeador norte-americano Mike Tyson foi acusado de ter estuprado uma garota de 18 anos de idade em um hotel em Indiana, nos Estados Unidos, e por conta disso ficou em reclusão por três anos, deixando a cadeia em 1995.

No futebol americano a situação é bem complicada também. Dentre os diversos casos de esportistas condenados, destaques para Jerome Simpson e Adrian Peterson. O primeiro, que em 2011 foi investigado e indiciado sob a acusação de tráfico pelo fato da polícia encontrou 2,5 kg de maconha endereçados a sua residência, foi condenado assim a 15 dias de prisão mais três anos de liberdade condicional. Já o segundo, foi preso na cidade de Houston, nos Estados Unidos, por ter espancado e ferido um de seus filhos, de apenas quatro anos de idade.

Casos envolvendo atletas brasileiros e a polícia também não são raros. Piá, Vampeta, Edinho e Marcelinho Paraíba puxam uma lista que tem, em seus casos mais graves, os jogadores Breno e Bruno. Ex-zagueiro do São Paulo, o jovem Breno, que se transferiu para o Bayern de Munique logo após ser campeão brasileiro pelo tricolor, incendiou sua própria casa na Alemanha, em 2011, e desde então está preso. Já o ex-goleiro do Flamengo foi condenado a 22 anos e três meses pelo assassinato da ex-amante Eliza Samudio.

Outro caso de bastante repercussão no Brasil foi a prisão de Edmundo. O ex-jogador foi considerado foragido pela Justiça carioca em 2011 e acabou preso um flat do Itaim Bibi, região nobre de São Paulo, por causa de um acidente de carro que matou três pessoas em 1995. O jogador foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão em 1999, em regime semiaberto, por homicídio culposo, mas conseguiu recorrer da decisão.

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