O presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, confirmou nesta sexta-feira (22) o uso do adjetivo “comandante”, para se referir ao atacante português Cristiano Ronaldo, no entanto, sem usar tom crítico desta vez.

“Para mim, continua sendo um excepcional jogador e um extraordinário comandante em campo”, disse o dirigente, logo após ser recebido pelo Papa Francisco, no Vaticano.

Além disso, Blatter preferiu minimizar o assunto “melhor jogador do mundo”, e a polêmica criada sobre a influência do dirigente da entidade por Lionel Messi, na eleição da Bola de Ouro.

“Obviamente, cada um de nós, em nosso coração, têm um favorito próprio”, desconversou Blatter.

No mês passado, durante um discurso na Oxford Union Society, o presidente da Fifa mostrou preferência por Lionel Messi como melhor jogador do mundo, ironizando o comportamento de Cristiano Ronaldo dentro e fora dos gramados.

“Um gasta mais em seu cabeleireiro do que o outro, mas não posso dizer quem é o melhor. Eles devem decidir. Gosto dos dois, mas eu prefiro Messi”, disse o dirigente, que definiu o português como “um comandante em campo”.

Dias depois, Blatter divulgou nota com um pedido de desculpas ao jogador e ao Real Madrid.

“Lamento muito que esta situação ocorrida em um evento universitário tenha lhe doído tanto, e apresento a ele minhas desculpas por isso. Nunca foi minha intenção incomodar ou faltar ao respeito com o Real Madrid nem com um de seus jogadores ou torcida, não somente por ser um clube fundador da Fifa, mas também por ser o clube que acompanho e admiro desde minha juventude”, escreveu.

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