A atriz Naya Rivera, a eterna Santana da série “Glee”, continua desaparecida após realizar um passeio de barco com o filho. As autoridades já não trabalham mais com a possibilidade de resgate e sim de recuperação do corpo, presumindo a morte da artista, segundo o TMZ.

Chris Dyer, delegado do condado de Ventura, na Califórnia, afirmou nesta quinta-feira (9) que a atriz conhecia bem o Lago Piru, onde o caso ocorreu, e frequentava o local há anos. As autoridades suspeitam que o lago fosse um “santuário” para ela.

Naya desapareceu na última quarta-feira (8). Ela havia alugado um barco para passear com o filho Josey, de quatro anos.

A criança foi encontrada sozinha na embarcação horas depois, pouco antes das 17h, horário local. Ele vestia um colete salva-vidas, mas o da atriz estava no barco. Josey contou à polícia que ele nadou com a mãe, mas ela não chegou a retornar.

“Não há evidências de crime neste momento. Este pode ser um caso de afogamento”, relatou o capitão Eric Buschow, segundo o Daily Mail. O policial confirmou que a criança foi encontrada pela equipe responsável pela embarcação, que estranhou quando a atriz não retornou no horário combinado.

“Disseram que Naya Rivera vem aqui por anos e é familiarizada com o lago. Este pode ser um pequeno santuário para ela, especialmente nas quartas-feiras. Não tem ninguém aqui de quarta, então é um bom dia para vir”, contou o capitão.

Uma equipe de 50 policiais, helicópteros, mergulhadores e botes estão envolvidos na busca por Naya. Ao todo, 100 pessoas estão trabalhando no caso, inclusive equipes de condados vizinhos.

Dyer informou que o nível de dificuldade das buscas no lago Pirus é alta pela falta de visibilidade das águas. Algumas partes do lago chegam a ter mais de 15 metros de profundidade.

“A visibilidade durante o dia é de 2 a 3 metros. De noite é quase zero”, explicou.

Outros fatores interferem na dinâmica do lago. Há vegetação e detritos embaixo d’água, intervenção do vento, o local é formado por águas represadas e um vertedouro, segundo o delegado. “Existem diferentes variáveis aqui, não é um oceano, mas definitivamente há vida no lago (…) Não é parado ou estagnado”.

 

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