O ator Paul Walker, morto em 2013. (crédito: Getty Images)

Getty Images Paul Walker, morto em 2013.

O acidente que tirou a vida de Paul Walker, astro da franquia Velozes e Furiosos, ganha novo capítulo. Desta vez, o pai do ator, que também se chama Paul, abriu um processo contra a Porsche, fabricante do automóvel em que seu filho estava na colisão que tirou sua vida, em novembro de 2013.

De acordo com documentos obtidos pela revista People, Paul William Walker III afirma que o veículo de modelo Poscher Carrera GT não tinha equipamentos que poderiam ter salvo a vida de seu filho. O carro era guiado por um amigo do ator, Roger Rodas, que perdeu o controle, colidiu e pegou fogo.

O processo é similar ao registrado pela filha de Paul Walker, Meadow, que aponta itens de segurança que não haviam no carro, como controle de estabilidade, proteções nas portas e um sistema que interrompe o fluxo de combustível após impactos, o que teria prevenido o incêndio após o choque.

De acordo com a perícia da polícia local, o Porsche estava entre 128 km/h e 144 km/h quando bateu em três árvores antes de pegar fogo.

Enquanto responde pelos dois processos, a fabricante alemã disse em comunicado que “o senhor Walker voluntariamente assumiu o risco ao usar o seu Carrera GT 2005”. “Estes perigos eram conhecidos por ele ao se expor a esse tipo de condução. Ele assumiu os riscos ao usar o veículo”, completou.

Sem mais artigos