A novela Avenida Brasil está em sua reta final. Um dos núcleos que sempre agradou foi o de Monalisa, personagem interpretada pela atriz Heloísa Périssé, que finalmente conseguiu ter um final feliz com Tufão (Murilo Benício), depois de 12 anos sofrendo por ele. A atriz conversou com o Portal Jovem Pan, nesta quarta-feira (17) sobre os desfechos da trama.

Em entrevista exclusiva à repórter Mariana Riscala, ela até arriscou dar um palpite sobre quem matou Max (Marcello Novaes). Para ela, foi Carminha (Adriana Esteves) ou Lúcio (Emiliano D’Avila) quem matou o malandro.

Confira abaixo a entrevista completa com a atriz Heloísa Périssé:

Jovem Pan – A novela Avenida Brasil está acabando, qual é o balanço que você faz de sua personagem Monalisa?

Heloísa Pérrisé – Monalisa foi uma delícia completa. Muito trabalho, mas muito recompensador. Ela é uma mulher incrível, solar, pra cima, guerreira. Inesquecível!

Ela sempre se mostrou uma mulher batalhadora, que sempre foi em busca das suas conquistas com muita dificuldade, mas sempre venceu. Que imagem ela passa para as outras mulheres?

A de lutar sempre, andar e olhar pra frente, rir de tudo, valorizar suas raízes.

O que tem de Monalisa na Heloísa e o que tem de Heloísa na Monalisa?

A Heloísa tem a simplicidade genuína da Monalisa e o contraponto é a minha inquietude como ser humano na personagem.

Monalisa e Olenka (Fabíula Nascimento) chegaram a brigar por causa de Silas (Ailton Graça), mas depois a amizade falou mais alto que o amor. Para você, Heloísa, qual é o valor de uma amizade?

Pra mim, existem as amigas de torpedo no celular, as amigas de balada, as amigas de nunca vejo, mas sei que posso contar sempre, e as poucas amigas da vida. Amizades são a família que escolhemos em vida.

Muitas pessoas acreditam que ser chique é ir morar na zona sul, como aconteceu com a Monalisa. O que você pensa sobre isso?

As pessoas têm curiosidades. Acho normal, mas também conheço muita gente que ganha dinheiro e não quer sair do seu lugar de origem por nada.

Na maioria das vezes, os seus trabalhos foram ligados ao humor. Nesse papel, tem humor, tem drama, tem sofrimento e tem conquistas. Como é para você interpretar Monalisa?

A Dercy [Gonçalves, comediante] também foi muito dramática. A Monalisa foi um personagem mais longo, mais complexo, mais aberto ao texto, fui criando a Monalisa ao longo dos textos do João [Emanuel Carneiro, autor] e da caminhada dela.

E no coração, e o que você achou do final de Monalisa e Tufão?

É um amor do passado, forte, único. Gostaria que ela tivesse um final bem feliz, que eu deixo pro João decidir.

E quem você acha que matou o Max?

Sinceramente não sei… O Lúcio, a Carminha, não sei…

Qual você acha que será o final de Nina e Carminha? E qual é o final que você gostaria que elas tivessem?

Espero que a Carminha seja completamente desmascarada e que a Nina enfim siga a sua vida e se despeça desse trauma de infância, da vingança que vem movendo a sua história.

Para finalizar, o que significou Avenida Brasil pra você?

Um presente do João Emanuel.

Sem mais artigos