Um ditado popular diz que não existe gente feia, o que existe é pessoa desprovida de dinheiro. E sem dindim, fica difícil tomar o famoso e importante banho de loja. O termo significa desde arrumar e clarear os dentes, contratar personal trainer, personal stylist, personal boas maneiras (todos “personalmente” caros), gastar em grifes, em nutricionistas e depois de “nove meses” você vê o resultado de não racionar neste tipo de banho: o patinho feio vira cisne. Às vezes, a pessoa nem precisa ser um ataque à estética. Sabrina Sato, por exemplo, era gata, quando todo o Brasil a conheceu durante o reality BBB3, em 2003, mas faltava algo na japa mais docinho do país. Contratou stylist e fez toda a cartilha citada no começo deste parágrafo. Resultado: Divou!

Grazi Massafera também não era só bela como também miss quando entrou no BBB5, em 2005. Mas convenhamos que ninguém que é realmente glamorosa e diva participa de reality, né (só se for como jurado). Ela não entrou no racionamento e se jogou no banho de loja e, como outros famosos, saiu  ainda mais limpa linda. Hoje, a atriz e apresentadora é elegante e referência, como dizem as fashionistas. Assim como Valesca Popozuda, que de figura brega virou persona fashion.

O padrão $$$ —> beleza não é exclusividade dos brasileiros nem dos artistas. Muita gente melhorou a carinha e/ou o corpinho conforme sua conta bancária foi ficando mais cheia.

No final, os famosos nem precisam gritar porque a gente sabe o que eles falam entre quatro paredes quando elogiamos a pele boa, o vestido de grife, o relógio caríssimo…: EU SOU RYCAH!

     

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