Os uniformes das equipes brasileiras no PAN são a nova coqueluche em termos de tecnologia têxtil e design.

Apresentados há poucas semanas no Rio de Janeiro, a Olimpikus fez uma parceria com o coletivo multimídia OESTUDIO para a confecção dos uniformes de toda delegação brasileira.

O Solar Tech protege os atletas dos raios UVA e UVB, o chamado Dry Action é um tecido que absorve o suor do corpo e dissipa rapidamente o calor.
 
O design dos tênis contam com a tecnologia Tube, amortecimento que fora inspirado na arquitetura dos prédios que sofrem com terremotos.

As estampas dos uniformes foram inspirados na beleza da natureza brasileira, usando as cores mais vistas na fauna e flora do país.

Esta é a terceira vez que uma parceria entre estilo, tecnologia e esporte é feita no Brasil, lembrando que o estilista Alexandre Herchcovitch já assinou os uniformes dos atletas do PAN de Santo Domingo em 2002 e das olimpíadas em Atenas em 2004.

A coleção dos uniformes será divida em quatro linhas, sendo o traje de passeio (composto por agasalho, boné, camiseta e calça), peças de treino (com foco nas necessidades de cada atleta), looks de competição (mais coloridos e com todas as tecnologias próprias para cada competidor), e os agasalhos do pódio, feitos de algodão e que levam as já conhecidas cores do Brasil.

O degradê feito nos uniformes e nos trajes de pódio chamam bastante atenção, e segundo a Olimpikus, foram feitas para intimidar os adversários.

Já as roupas usadas pelos atletas nas competições aquáticas foram feitas pela marca Speedo, que desembolsou cinqüenta milhões de reais para criar e testar em sete anos a tecnologia usada, batizada de FastSkin.
 
Esta tecnologia ajudou treze quebras de recordes mundiais nas Olimpíadas de Sidney em 2000, nos esportes aquáticos.

Feitas sob medida no exterior, as peças vieram para o país na segunda quinzena de junho e fizeram muito sucesso entre os competidores.

Na foto, Falcão da seleção de futsal

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Veja fotos dos uniformes

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