A França aprovou, no dia 2 de março, a remoção da transexualidade da lista de transtornos mentais. Com isso, o país torna-se o primeiro do mundo a deixar de considerar a condição dos transexuais como um problema mental. A medida, entretanto, ainda não garante avanços no estatuto jurídico nem direitos médicos. As informações são do site Advocate.

Segundo Louis-Georges Tin, presidente do comitê IDAHO (International Day Against Homphobia), essa é uma vitória simbólica que pode vir a garantir direitos para os transexuais. “Eles são cidadãos normais. Mas ainda não atingimos o ponto em que eles têm permissão para tomar suas próprias decisões ao invés de depender da permissão de doutores e psiquiatras”.

Apesar da iniciativa, transexuais e médicos ainda se queixam do tratamento no país. Embora a França pague pelas cirurgias de mudança de sexo, os beneficiados tem poucos médicos para escolher e esses reclamam do pouco treinamento que recebem para cirurgias desse tipo.

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