O cantor Akon lançou ontem – Dia Internacional para lembrar das Vitimas da Escravatura e do Tráfico Transatlântico de Escravoso – uma canção para homenagear as vítimas do tráfico de escravos. Ele cantou <i>Blood Into Gold</i> (“sangue transformado em ouro”, em português) pela primeira vez na sede das Nações Unidas, em Nova York.

Ele, que nasceu em St. Louis, no estado do Missouri, nos Estados Unidos, mas passou grande parte de sua juventude no Senegal, falou ao programa Network Africa, da BBC, sobre a ocasião. “Vou fazer minha parte para divulgar essa história – um monte de meus amigos americanos não têm conhecimento da história [da escravidão]”.

Akon compôs <i>Blood Into Gold</i> ao lado do músico <b>Peter Buffett</b>, filho do bilionário Warren Buffett e vencedor do prêmio Emmy, que foi convidado pela organização sem fins lucrativos, Projeto Cultura, para compor uma canção para o evento.

“Todo mundo sabe que eu sou africano. É muito importante para nós, africanos, educar melhor os afro-americanos sobre a sua história”, disse ele. “Estamos ficando muito perto de não julgarmos uns aos outros pela cor da nossa pele”.

Ainda assim, Akon disse que acredita ser tratado de maneira diferente por causa da fama. “Com certeza me tratam de maneira diferente da de um mendigo na rua. Mas você não deveria estar em uma posição privilegiada para ser bem tratado”.

O lançamento de <i>Blood Into Gold</i> marca também a inauguração do site IsThereSomethingICanDo.com, que vai enfrentar questões sociais de impacto mundial.

Akon e filho de bilionário lançam música anti-escravatura nas Nações Unidas

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