A ausência do meio-campo Kaká, com dores no pé esquerdo, não mudará a forma de jogar do Brasil, disse o técnico do Equador, Sixto Vizuete. Brasil e Equador se enfrentam no Estádio Olímpico Atahualpa de Quito, às 18h de Brasília, no domingo (dia 29), com transmissão da Globo.

Segundo o treinador equatoriano, os nomes da seleção variam, mas a forma de jogar, não. “Conheço muito bem o técnico Dunga. Ele deu consistência ao meio-campo da equipe, mas pretendemos usar toda a nossa experiência para apresentar uma estratégia para superá-lo”, comentou.

O técnico, que durante a semana provocou a equipe brasileira, assegurou que o Equador é uma equipe “solidária” e aposta na agressividade para ter a posse de bola e chegar à vitória.

O meia do Milan não embarcou para Quito, onde o Brasil pega o Equador domingo pelas Eliminatórias Sul-Americanas à Copa, e segue direto para Porto Alegre, onde a seleção joga quarta-feira contra o Peru, no Estádio Beira-Rio. Lá, ele seguirá os trabalhos com um preparador físico e as sessões de fisioterapia.

O técnico Dunga não se mostrou preocupado com a ausência de Kaká na altitude Quito. “Cada atleta tem sua característica e não é a primeira vez que ficamos sem ele e outros. Quanto mais atletas de alto nível tivermos melhor, e isso tem acontecido. Estamos preparados”, comentou o treinador em entrevista coletiva na Granja Comary, em Teresópolis.

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