A cesta básica ficou mais barata em nove das 17 capitais brasileiras analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em agosto.

De acordo com os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgados nesta sexta-feira (4), os recuos variaram de 0,23% a 3,22%. Entre as cidades com as maiores quedas, estão Natal (-3,22%), Aracaju (-3,12%) e Fortaleza (-3,05%).

Entre as altas, verificadas em sete localidades, os destaques ficaram com Curitba (2,30%), Manaus (1,15%), Rio de Janeiro (0,88%) e Florianópolis (0,59%). Já Vitória apresentou estabilidade no oitavo mês do ano.

São Paulo registrou ligeira queda (-0,65%), mas manteve a vice-liderança entre as cestas básicas mais caras do país, aos R$ 225,69, atrás apenas de Porto Alegre, que indicou alta (0,51%) e manteve o posto de cesta básica mais cara, aos R$ 238,67.

Nos últimos 12 meses, apenas Vitória, Recife, Salvador e Natal apresentaram variação acumulada positiva, de 7,26%, 5,80%, 2,05% e 2,74%, respectivamente.

Naquelas onde houve queda, segundo o Dieese, o destaque ficou com Curitiba (-8,03%). Além da capital paranaense, houve queda em Belo Horizonte (-7,68%), Aracaju (-9,58%) e São Paulo (-6,41%). Também registraram quedas significativas as cidades de Brasília (-5,19%), Goiânia (-4,78%), João Pessoa (-2,29%), Belém (-1,76%) e Florianópolis (-1,13%).

No acumulado do ano, entre janeiro e agosto, o custo caiu também em 15 regiões. As maiores quedas no período foram registradas no Aracaju (-13,05%), João Pessoa (-11,18%) e Rio de Janeiro (-10,86%). Já duas capitais registraram aumento, sendo elas Recife (1,47%) e Belém (1,83%).

Cesta básica fica mais barata em nove de 17 capitais, diz Dieese

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