A vida de Gabrielle Bonheur Chanel, desde os confins da austeridade ao máximo luxo, ganha as telas do cinema internacional a partir desta quarta-feira (22) com a estreia de Coco avant Chanel, uma obra de Anne Fontaine e com Audrey Tautou no papel da estilista.

O filme, cuja estreia nas telas brasileiras está prevista para outubro, quer se tornar um sucesso internacional, em boa parte graças ao carisma da protagonista de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001) e de O Código da Vinci.

A semelhança física da atriz com a jovem Gabrielle (1883-1971) em seu caminho para a glória chega a ser assombrosa. Coco avant Chanel é a primeira produção de uma série de filmes sobre a estilista, e será seguida por Coco Chanel et Igor Stravinsky, de Jan Kounen.

O cineasta trabalha no insight histórico que a estilista teve com o “petite robe noir” (tubinho preto), peça obrigatória nos armários femininos.

Inicialmente, o filme do diretor americano se chamaria Igor&Coco e o papel da estilista seria interpretado por Marina Hands, segundo anunciou ele mesmo há dois anos no Festival de Cannes.

A história de Coco é pontuada por algumas passagens polêmicas, como sua paixonite por um militar nazista durante a ocupação alemã na França, que foi acompanhada de uma rede de intrigas durante essa mesma época para aumentar o já imponente império da estilista.

Outra produção sobre a personalidade da moda também está sendo preparada e dirigida por Danièle Thompson. O filme poderia ter Demi Moore no papel principal.

O nome de Angelina Jolie também foi levantado para dar vida à jovem que, depois de ser internada em um orfanato com a morte da mãe, conquistou muitas glórias antes de acabar os dias sozinha no hotel Ritz, de Paris.

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