O juiz do Maláui que não concedeu a Madonna a chance de adotar uma segunda criança no país disse que tomou essa decisão porque poderia “abrir caminho para o tráfico de crianças”, mas que sentiu uma “emocionante tentação” para liberar, de acordo com os documentos judiciais da petição.


 


“Existe uma emocionante tentação em jogar a precaução ao vento e aceitar a adoção, na esperança de que isso poderia fazer a diferença na vida dessa criança”, escreveu o juiz Esmie Chondo em sua decisão. “Mas remover a própria salvaguarda que supostamente protege os nossos filhos realmente pode facilitar o tráfico de crianças por parte de alguns indivíduos sem escrúpulos.”


 


Chombo baseou sua decisão em uma lei do Maláui que determina que só pode adotar crianças a pessoa que mora no país por um determinado período, pré-requisito que Madonna não cumpre.


 


O argumento dos que foram contra o pedido de adoção de Madonna é que se a cantora conseguisse adotar Chifundo, abriria um precedente para outros fazerem o mesmo e deixarem o país com as crianças.
 

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