Quem não tinha idade pra ler ou cobiçar capas de Playboy em meados dos anos 80, pode não se lembrar dela. Mas, capa da revista em novembro de 1985, Márcia Dornelles foi musa da época, uma equivalente a Mulher Samambaia ou Viviane Araújo.

 

Simpaticíssima, Márcia manteve sua beleza, mas agora não trabalha mais como modelo. Virgulando Neon conversou com ela sobre assédio, carreira e planos futuros.

 

Como você lidava com o assédio, que na época devia ser imenso?
Naquela época, quando eu era starlet, ainda não tinha tido um encontro verdadeiro com Jesus. Só o conhecia de ouvir falar. Eu achava o assédio legal, achava que me deixava mais na moda. Eu era muito celebrada em todos os eventos, programas de TV… tinha convites para trabalhos no exterior, era chamada para tudo. Mas isso era, na verdade, uma grande ilusão, porque por mais assédio que eu tivesse, nada preencheria o vazio do meu coração e a inconstância das pessoas e do momento.  

 

Você sente falta daquela fama estrondosa dos anos 80?

De jeito nenhum. Foi importante, porém, eu ter vivido essa fama, pra que hoje eu possa ajudar muitas meninas que estão em início de carreira. Através do meu trabalho, convivo com várias modelos e artistas que precisam de assessoria profissional e muitas vezes espiritual também.

 

Você está casada? Tem filhos?
Sou divorciada, e tenho uma filha linda de 19 anos.

 

Qual o seu trabalho atualmente?

Tenho um ministério na igreja Bola de Neve. Aproveito para convidar a todos para uma visita: todas as quartas e domingos, 19h30, na avenida do Pepê, 1124, Barra. Beijos e fiquem na paz!

 

 

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