Neymar no Santos? Daniel Lovinho no Palmeiras? Bernardo no Cruzeiro? Oscar no São Paulo? Marcelinho no Corinthians? É, o futuro do futebol brasileiro parece estar garantido com joias cada vez mais novas apenas necessitando ser lapidadas do modo certo.

O novo rei da Baixada Santista completou 17 anos recentemente, nem se tornou uma pessoa com maioridade legal, e já tem um dos maiores salários do Santos. Essa é a situação de Neymar que tem uma multa rescisória de R$ 90,5 milhões com a agremiação paulista, a maior esperança do futuro brasileiro.

No entanto, Daniel Lovinho, que pediu para não carregar o nome de Vagner Love, começa a aparecer, o mesmo acontecendo com Bernardo em Belo Horizonte. No caso de Marcelinho e Oscar, a situação é diferente. Tanto o Corinthians como o São Paulo vem preservando os atletas para não “queimá-los” antes da hora.

Com uma “fornada” dessa, o futebol brasileiro só tende a ser hexa, hepta, octa nos próximos anos. É, realmente seria assim, se os outros países não tivessem com grandes promessas, que assim como no Brasil, tem se valorizado cada vez mais novos.

Ronaldo é Fenômeno? No Brasil, pois na Alemanha quem leva seu apelido é Sukuta-Pasu. Craque da seleção alemã sub-20, o descendente de congolês é uma das maiores esperanças dos torcedores do país germânico, principalmente, dos fãs do Bayer Leverkusen, “dono” da joia de apenas 18 anos.

Mas falar de futebol alemão é lembrar do todo poderoso Bayern de Munique, que vê no atacante Thomas Müller, 19, que ainda não estourou uma de suas principais promessas. Caso não vingue, os dirigentes da baviera buscam Marko Marin, jogador do Borussia Moenchengladbach de 19 anos.

Nedved já deixa saudades na torcida da República Tcheca e em todos os amantes de futebol bonito. No entanto, os tchecos também já tem a sua esperança de voltar a sorrir com jogadas bonitas. Tomás Necid, do CSKA Moscow, fez 16 gols em 32 jogos na última temporada no Campeonato Russo.

Em 46 jogos, ele participou de 35 gols de seu time, sendo 25 fazendo tento e 10 assistências. Esse é Marcelo Bobadila, argentino do Grasshopper da Suíça, que com a nacionalidade de Messi, Riquelme e Maradona, já possui o talento.

Os ingleses que tem Walcott como uma de suas esperanças ficam orgulhosos ao verem Sylvan Ebanks-Blake jogando. Ainda na segunda divisão nacional, o atacante vem encantando com seus números. Afinal, 55 gols e 24 assistências em 124 jogos não é pra qualquer um.

Sempre com boas surpresas, os nomes africanos com força são de países distintos. Dieumerci Mbokani é o nome de Congo, Baye Djiby Fall tem seus fãs em Senegal, Joseph Akpala mostra ter o poder ofensivo que lembra Kanu, mesmo com 11 centímetros a menos de altura.

Com tudo isso, a única certeza que temos é que o futuro do futebol está garantindo. Afinal, nomes não faltam, talento e inspiração muito menos. Agora é só aguardar e ver quem passará de promessa e virará realidade, dando alegria para os torcedores de suas seleções nacionais.

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