O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi quem ampliou os poderes de Agaciel Maia para gerir o dinheiro do plano de saúde dos servidores sem nenhuma fiscalização. As contas administradas livremente por Agaciel tinham mais de R$ 160 milhões, segundo apuração do jornal Folha de S. Paulo.

A autorização de Sarney para o então diretor-geral da Casa a contratar sem licitação hospitais, médicos e demais entidades e profissionais que integram a rede do plano de saúde dos funcionários foi concedida em 2005.

A única forma de controle da aplicação dos recursos era uma comissão interna fantasma, que não se reúne há cinco anos e é formada por funcionários que deixaram o Senado e tem até um morto.

Nomeado por Sarney em 1995, Agaciel deixou o comando administrativo do Senado em março deste ano após os escândalos envolvendo uma casa de R$ 5 milhões.

Sarney ampliou poder de Agaciel Maia para gerir contas sigilosas

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