Os pais, o irmão, a avó e dois primos da menina de 11 anos que morreu em consequência do vírus Influenza H1N1, causador da gripe suína, estão sendo monitorados, segundo informações da coordenadora de Vigilância Epidemiológica de Osasco (SP), Carmecy Lopes de Almeida. “Ainda estamos aguardando a confirmação dos exames para confirmação da doença”, disse acrescentando que ainda não há previsão.


 


Além disso, os colegas de escola e as crianças que usavam o mesmo transporte escolar que a menina estão sendo monitorados diariamente. Já os vizinhos estão sendo orientados sobre quais são os sintomas da doença e, caso alguém tenha algum deles deverá procurar um serviço de saúde. “O risco dos vizinhos é igual ao do resto da população, porque não tiveram contato próximo com a menina.”


 


De acordo com nota publicada na página da coordenadoria na internet, o órgão considera a situação um caso isolado e afirma que não há qualquer motivo de alarde no município. A vigilância epidemiológica informou ainda que não há caso suspeito de que colegas de escola ou vizinhos tenham qualquer um dos sintomas da doença.


 


Os órgãos de saúde de Osasco investigam como a menina foi infectada. Ela morreu no dia 30 de junho num hospital particular de Osasco. A criança apresentou sintomas como febre, vômito e dor abdominal, no dia 28 de junho. No dia 29, ela apresentou febre de 39 graus, tosse e dores no corpo.


 


No dia seguinte, foi levada pelos pais a um hospital particular no qual foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) onde teve uma parada cardiorespiratória e morreu.


 


O diagnóstico só foi confirmado depois da morte da menina, quando pessoas da família dela começaram a apresentar os sintomas da gripe suína. O resultado dos exames só foram confirmados ontem 
 


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Vigilância Epidemiológica de Osasco monitora parentes da menina que morreu de gripe suína