Como em toda obra de ficção, há muitas coisas exageradas e cheias de “licenças poéticas” nas novelas. Mas nem isso justifica: existem alguns clichês sobre São Paulo que ninguém mais aguenta ver. 

Ou ainda tem quem ache criativas aquelas tomadas do Masp, da antiga torre do antigo Banespa à noite e do trânsito no viaduto da Santa Ifigênia para ilustrar a passagem de tempo, por exemplo?

Neste dia 25, data do 456º aniversário da cidade, lembramos alguns desses elementos pra lá de manjados. E pode reparar: com certeza você vai lembrar de vários exemplos além dos que citamos para cada um dos clichês.

1 – Não importa a ascendência: paulistano tem sotaque de italiano da Mooca.
Exemplo: A Tancinha (Claudia Raia) de Sassaricando, que por sinal era filha da espanhola Aldonza.

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2 – Mas, claro, pelo menos uma família italiana faz parte da história.
Exemplo: Dona Gema (Nair Bello), a mãe de Belo em Perigosas Peruas, era uma típica mãe italiana, bem dramática.
 

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3 – Sempre haverá um núcleo de personagens morando em uma vila.
Exemplo: Em Brega&Chique, Rafaela Alvaray (Marília Pêra), falida, vai morar justamente na mesma vila onde fica a casa de Rosemere da Silva (Glória Menezes), a outra mulher de seu marido.

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4 – Há grandes chances de que pelo menos um personagem seja feirante ou dono de uma barraca no Ceagesp ou Mercado Municipal.
Exemplo: O Juca (Tony Ramos), de A Próxima Vítima, tinha uma barraca de frutas no Mercadão. E o dono real faz propaganda disso até hoje.

5 – Um poderoso empresário paulistano nunca vai aparecer andando pela rua como um simples mortal. Ele (ou ela) vai ser visto apenas dentro de prédios com vidros espelhados, escritórios luxuosos, mansões, carros com motoristas ou restaurantes caríssimos.
Exemplo: Bia Falcão (Fernanda Montenegro), a malvada avó de Julia (Glória Pires) em Belíssima.

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