Criacionistas e evolucionistas não poderão discordar que a coincidência é muito grande. O fóssil do crânio de um dinossauro foi descoberto no altar de mármore da Catedral de Santo Ambrósio na cidade italiana de Vigevano.

Desde 1660 o fóssil está lá assistindo a missas e outras celebrações. Mas muito antes de virar um beato, esse dinossauro passeava pela Suíça. Pelo menos é o que diz a paleontóloga Andrea Tintori da Universidade de Milão. “Ela (a pedra) é chamada de Broccatello, e foi extraída em Arzo, Suíça. Nós sabemos que esse tipo de pedra data geologicamente do período Jurássico Inferior, cerca de 190 milhões de anos atrás”.

O tipo do dinossauro ainda não foi definido, mas acredita-se que scanners 3D vão ajudar a identificar o dono do crânio. O corte na pedra evidencia um secção horizontal de 30.5 cm, com cavidades nasais e vários dentes.

Rico em fósseis, o Monte San Giorgio (região da Suíça de onde a pedra foi extraída) hoje em dia é um sítio arqueológico protegido como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

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