Sabe aquele tipo de amiga que você sabe que é para a vida inteira? Aquela que já passou por tudo ao seu lado? Baladas, provas, amores, desilusões, vestibular, trampos e mil outras coisas que só vocês sabem. Na certa você tem uma amizade assim, né? E quando esse tipo de relação existe, é quase impossível alguma coisa abalar vocês. Quase.

Existe uma coisa da qual não temos controle, e chega de mansinho, que pode abalar uma amizade, sim. O tempo. Mas não estamos falando do tempo de duração da amizade de vocês e muito menos do aquecimento global. O tempo nesse caso é o tempo de cada pessoa. Como e quando cada um “resolve” amadurecer.

Para exemplificar, vamos contar a história da Vanessa e da Thais. Elas são amigas há nove anos. E a amizade delas sempre foi dessas que a gente falava até agora. Ou seja, um grude só. Porém, quando ambas acabaram a faculdade, foi que as diferenças começaram a surgir.

“A Thais sempre foi mais da balada que eu. Eu sempre fui mais caseira. Mas isso nunca foi problema, porque nem era uma diferença gritante. Só que quando eu saí da faculdade passei a curtir menos ainda sair de balada. Fiquei o que todos chamam de “velha”, sabe? E assuntos como trampo e futuro passaram a ser minhas prioridades. Só que a Thais, até por ser mais bem de vida que eu, continuou na vida de farra. Acho que até mais. E foi aí que a gente começou a se estranhar”, conta Vanessa.

Os assuntos da Vanessa começaram a ser um pouco chatos demais para a Thais, que por sua vez cansava a Vanessa com seus assuntos fúteis. Foi aí que um afastamento involuntário começou a acontecer.

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