Catalina Aflorei, de 25 anos, casada e mãe de uma criança pequena, aparentava ser mais uma moça pacata do interior. Com seu inseparável laptop, como tantas outras jovens, passava o dia conectada, falando com amigos online enquanto atendia um ou outro cliente que entrava na loja de conveniências em que trabalha, no pequeno povoado de Greatham, Reino Unido.

Mas a reportagem do jornal “The Sun” descobriu que, muito além das aparências, Catalina ganhava uns trocados extras fazendo pequenos shows de strip-tease para seguidores de um site seu na internet. E não se importava se algum cliente do café pudesse flagrá-la totalmente nua em um desses momentos.

Os fãs da web pagavam para ela tirar a roupa. Quando um ou outro aparecia com algum dinheiro, ela, disfarçada com uma peruca, poderia apenas levantar um pouco a blusa. Dependendo da quantia, a moça ainda poderia exibir um show de masturbação, sentada discretamente atrás da balcão. Por R$ 150 a hora, ela dava uma corridinha até a cozinha para um strip-tease completo.

No entanto, Catalina não ligava para os frequentadores do café, incluindo crianças, que poderiam entrar na loja a qualquer momento. Um dos seguidores do site disse: “É inacreditável que ela faça isso a partir do que é claramente uma loja de esquina”.

Quando abordada por um repórter disfarçado, ela negou as sessões de webcam. Mas acabou admitindo, quando o jornalista disse que já tinha visto um filme. “Eu tenho uma filha pequena, estou fazendo isso por ela, garantiu. “Eu sei que é um lugar público, mas eu tenho uma razão muito boa”. 

A irmã gêmea dela, Sara Isvoran, afirmou que odeia o que Catalina faz. “Mas ela está ganhando dinheiro”, pondera. Quando o repórter disse que sabia que ela estava participando também, Sara confessou: “Estive apenas duas vezes em frente à câmera.”

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