A balada está marcada. Você e seus amigos combinaram com umas minas de se encontrarem na porta do lugar. Chegando lá, só duas garotas apareceram e, claro, elas eram as mais feias. Aí já viu, né? Vira uma brincadeira de batata quente, um empurrando pro outro. Pior, se ninguém pegar pode ter certeza: elas vão dizer que você não dá no couro.

Muito bem, vocês estão do lado de fora, fazendo um esquenta, e uma das meninas começa a se abrir para você. Todas as esquivadas estratégicas são usadas, mas é inútil. Ela não desiste de ficar com você.

Vocês entram na balada. Música boa, open bar e muita, mas muita mulher bonita. A cada investida que você pensa em dar, seu encosto chega por perto e já queima seu filme. Aos poucos, a balada vai ficando miada para você, porque a baranga não pára de espantar a freguesia.

No alto de sua embriagues, ela começa a se esfregar em você e, de repente, ela ataca: a mina mandou um beijinho de canto de boca em você. Detalhe, só bateu na trave porque você virou a cara. Senão, seria gol, daqueles de placa. Depois dessa, você e seus amigos decidem ir embora da balada, dando uma migué absurda para as minas não virem junto.

O PONTO DE VISTA MASCULINO

Você e seus três amigos seguem, rumo a um bar, no seu carro. Começam os comentários.

Amigo 1 – “Velho, o que foi aquela mina horrorosa te atacando a noite inteira?”

Você – “Ah, mano, nem sei. Acho que foi a pior balada da minha vida. Ela era bizarra
demais. Pior que eu nem bebi direito, senão eu seria capaz de beija-la”

Amigo 2 – “Não, você não faria isso. Até porque, a gente não ia deixar nem a pau”

Amigo 3 – “Isso aí é teimoso feito uma mula. Bêbado então, nem se fala. A gente podia tentar afogar a mina na privada que, mesmo assim, ele iria atrás”

Você – “Bom, mas passou, né? Agora, por favor, nunca mais chamem essas esquisitas pra lugar nenhum!”

DÊ UMA OLHADINHA NO PONTO DE VISTA FEMININO

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