Roman Veillon é um fotógrafo acostumado a retratar paisagens desoladas e esquecidas. Em abril deste ano, ele invadiu um monumento comunista abandonado na Bulgária. O Buzludzha parece saída de um filme de ficção científica e fica numa região isolada do país que fez parte da União Soviética. 

Fincado no topo de uma montanha de 1.5 mil metros nos Balcãs, o monumento reina absoluto no meio do nada que o circunda. Ele foi construído em 1981, depois de sete anos de trabalho que envolveram seis mil homens. Abandonado no final do regime, o Buzludzha guarda mosaicos com os traços do futurismo russo.

Reza a lenda que embaixo do edifício há uma cápsula do tempo. Dentro do recipiente, a história do Buzludzha e os motivos pelo qual foi construído estão detalhados para as civilizações do futuro. 

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